Anitta vence batalha judicial por uso de coreografia: entenda o caso
Decisão judicial livra Anitta de pagar indenização de R$ 150 mil por recriar coreografia nas redes sociais

Anitta saiu vitoriosa de um processo judicial que envolvia o uso de uma coreografia viral durante a divulgação do álbum Versions of Me, lançado em 2022. A decisão, da 7ª Vara Cível da Barra da Tijuca (RJ), isenta a cantora de pagar os R$ 150 mil solicitados por Poliana da Silva Ribeiro, promotora de vendas e autora da dança usada pela artista.
A informação foi divulgada nessa quinta-feira (26/6) pela coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. O caso teve início há mais de uma década, quando Poliana e cinco amigas publicaram um vídeo com a coreografia original nas redes sociais. Anos depois, Anitta teria reproduzido os mesmos passos durante ações promocionais do seu quinto álbum de estúdio.
Na ação, Poliana alegava que a cantora usou os movimentos sem autorização e sem créditos, pleiteando indenização por uso indevido de imagem, além de danos morais e materiais.
No entanto, a juíza Tula Correa de Mello entendeu que os passos de dança foram amplamente replicados nas redes sociais, sem alterações nos movimentos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA sentença também conclui que não é possível comprovar que o lucro comercial do álbum tenha relação direta com o uso da coreografia, já que Anita é uma artista mundialmente conhecida.









