Anitta trava disputa contra fábrica de remédio para vermes. Entenda
A equipe de Anitta se pronunciou sobre a disputa com uma farmacêutica que produz um vermífugo com nome semelhante ao da cantora
atualizado
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O nome de Anitta voltou ao centro de um caso polêmico, desta vez envolvendo um medicamento popular no mercado brasileiro. A confusão surgiu após informações sobre uma suposta ação judicial da cantora contra uma farmacêutica que fabrica um vermífugo chamado Annita, com grafia diferente, mas fonética semelhante ao nome da artista.
O medicamento tem registro desde 2004. A disputa recente, no entanto, não envolve o produto em si, mas a tentativa da Farmoquímica, detentora da patente, de ajustar a grafia do nome para utilizá-lo de forma idêntica ao da cantora em uma linha de cosméticos.
A decisão não ocorreu no âmbito judicial. O caso foi analisado administrativamente pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), após a equipe jurídica da cantora apresentar um recurso para impedir o uso do nome artístico dela em segmentos que não estivessem diretamente ligados à imagem dela.
Após um processo que se estende desde o primeiro semestre de 2025, o INPI barrou a tentativa da farmacêutica de utilizar o nome Anitta como extensão da marca no ramo cosmético. A Lei de Propriedade Industrial (LPI) estabelece que nomes artísticos não podem ser registrados como marca sem autorização do titular.
Por estar patenteado e apresentar grafia distinta do nome da cantora, o vermífugo não entrou na disputa . Diante da repercussão, a equipe de Anitta se manifestou para explicar que não houve processo judicial, mas sim uma disputa administrativa, conforme noticiado nesta segunda-feira (13/1).
“Esclarecemos rumores e informações incorretas que vêm circulando na imprensa e internet a respeito de uma suposta ação judicial movida pela cantora Anitta contra uma farmacêutica fabricante de vermífugos”, diz a nota. “Essa informação não procede. Não há qualquer ação judicial em andamento, tampouco decisão judicial sobre o tema.”
A Farmoquímica foi procurada para comentar o caso, mas não havia se manifestado até a publicação deste texto.












