Adriane Galisteu revela rotina de dor após diagnóstico raro
Nessa quinta-feira (9/4), Adriane Galisteu falou sobre o tratamento, relembrou crise de dor intensa e fez um alerta sobre a condição rara
atualizado
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Desde que recebeu o diagnóstico de Síndrome do Piriforme, em outubro de 2025, Adriane Galisteu tem compartilhado com os seguidores os altos e baixos do tratamento. Nessa quinta-feira (9/4), após uma sessão de quiropraxia, a apresentadora voltou ao assunto e falou sobre a evolução do quadro.
“Estou conseguindo ter mais força. Continuo tratando desde o ano passado, desde aquela crise que eu não andava. Ô coisa difícil de tratar“, afirmou.
Em tom de desabafo, ela ainda alertou sobre como o problema passa despercebido por muita gente: “Agradece a Deus todo dia, [porque você] nem lembra que tem esse troço chamado piriforme.”
A origem das dores, segundo Galisteu, está ligada a um erro durante a prática de exercícios físicos. Ela contou que sentiu os primeiros sinais após sobrecarregar o corpo em um agachamento.
“Eu fui treinar, fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo. Eu vou sair daqui e vou para o hospital fazer uma ressonância para ver o que aconteceu. Porque é uma dor chata. Eu já tomei um anti-inflamatório que me ajudou muito, mas eu não estou 100%. Nunca tive essa dor. Uma dor que irradia assim na perna”, contou.
Depois de exames detalhados, veio a confirmação da síndrome — até então desconhecida para ela. Ao explicar o que descobriu, a apresentadora destacou a localização e a confusão comum com o nervo ciático. “Nunca tinha ouvido falar disso, agora que estou entendendo um pouco mais. Fica do lado do ciático, mas não tem a ver com o ciático. É um músculo que fica profundo no quadril, ao lado do ciático”, disse










