Como a esposa de Décio Piccinini morreu? Morte súbita intriga até hoje
Jurado de programas do SBT, Décio Piccinini encontrou a esposa morta na cama do casal
atualizado
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Em 1989, a vida de Décio Piccinini passou por uma trágica reviravolta após ele encontrar a esposa morta na própria cama. Até os dias de hoje, a causa da morte da mãe dos dois filhos do jornalista continua um mistério.
Em entrevistas, o apresentador do SBT relata que conversou normalmente com Heloísa Martins, segunda esposa do comunicador, menos de uma hora antes do falecimento. Eles eram casados há cerca de 14 anos.
“Dei um beijo nela na testa, ela deitou pra dormir e eu fui pra sala. Meia hora, quarenta minutos depois, fui pro quarto e ela estava morta”, relembrou em entrevista para Luciana Gimenez.
A morte súbita da esposa, que era professora, virou o mundo do comunicador do avesso. “Eu pirei, tentei tudo que pude, chamei o socorro. Foi o pior dia da minha vida, uma coisa assim devastadora“, acrescentou.
Décio Piccinini enfrentou luto e ansiedade após a morte da esposa
O luto de Heloísa foi uma experiência devastadora para Décio Piccinini. Ao podcast Intervenção, o jurado do Show de Calouros de Silvio Santos relatou que precisou de anos de tratamento psiquiátrico para lidar com o trauma da morte repentina da esposa.
Segundo ele, tudo estava dentro da rotina naquela noite trágica. “Sempre que eu me sentava na cama, quando eu deitava depois dela, havia um movimento qualquer dela, ainda que inconsciente”, relembrou.
“Naquela noite, não aconteceu nada. Pensei: ‘Teve uma queda de protocolo aqui, o que está acontecendo?’ Quando acendi a luz, ela estava com o olho aberto, e eu percebi o que tinha acontecido.”
O anos que sucederam a morte de Heloísa foram “um inferno na terra”, descreveu Décio Piccinini. Ele lembra ter ficado em desespero ao perceber que precisaria cuidar sozinho dos dois filhos do casal.
“Dei muito trabalho para o psiquiatra”, recordou. “Passei quatro anos e meio viúvo, completamente pirado. Fiz cada bobagem, cada loucura. Mas consegui criar os dois meninos, um tinha 7 e o outro 13 para 14 anos. Eu não queria mais viver, mas me perguntava: ‘E os meus filhos, quem cria?’”, lembrou.











