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Brasil

"Vovó do crime": presa aos 81 anos, mulher comete delitos desde 1966

Mulher tem passagens por roubo, divulgação de informações confidenciais e associação criminosa, além de estelionato e extorsão

Repórter de Brasil27/03/2025 08:32, atualizado 27/03/2025 08:36
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imagem colorida mulher 81 anos presa ficha criminal extensa rj

Presa na última terça-feira (25/3), Marlene de Paiva Teixeira, de 81 anos, tem uma extensa ficha criminal. De acordo com informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), a mulher está há mais de 60 anos no mundo do crime, atuando em diversas cidades do Rio de Janeiro, além de Minas Gerais.

Marlene foi presa ao lado do filho, Holywaldo Bruno de Paiva Macedo, por policiais civis da 23ª DP (Méier). Mãe e filho foram capturados em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, acusados de extorsão.

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Primeira anotação na ficha criminal de Marlene é de 1966
Segundo a polícia, a mulher está no mundo do crime há quase 60 anos
Mulher foi presa ao lado do filho, suspeitos de extorsão
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Mulher foi presa ao lado do filho, suspeitos de extorsão

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Primeira anotação na ficha criminal de Marlene é de 1966
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Primeira anotação na ficha criminal de Marlene é de 1966

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Segundo a polícia, a mulher está no mundo do crime há quase 60 anos
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Segundo a polícia, a mulher está no mundo do crime há quase 60 anos

Divulgação/PCERJ

Conforme a corporação, a ficha de Marlene é extensa e variada. A primeira anotação criminal é de 1966, pela então Lei da Vadiagem, que não existe mais. À época, ela tinha 22 anos.

Em 1997, ela respondeu por furto em Uberlândia (MG). No Rio, ela cometeu crimes em bairros como Tijuca, Ricardo de Albuquerque e Penha, mas também em cidades do interior, como Natividade e Bom Jesus do Itabapoana.

Ela também tem passagens por roubo, divulgação de informações confidenciais e associação criminosa, além de quatro por estelionato e outras três por extorsão.

Prisão

Segundo os agentes, uma mulher, de 65 anos, foi abordada por outras duas e um homem, que, alegando estarem armados, a obrigaram a entrar num carro. No automóvel, ela teve os pertences roubados e foi levada a uma agência bancária, onde se viu forçada a contratar empréstimos e a sacar todo o dinheiro da conta.

Após o crime, a vítima procurou a 23ª DP e contou que Marlene a abordou na rua dizendo estar perdida. Ela, então, parou para ajudar a idosa. Logo em seguida, apareceram Holywaldo e uma terceira suspeita. Na delegacia, a vítima reconheceu mãe e filho por foto.

Os policiais analisaram imagens das câmeras do banco e, de acordo com os investigadores, Marlene é apontada como a chefe do grupo criminoso, apesar da idade e da aparência frágil. As investigações continuam para identificar e prender a terceira pessoa que participou do crime.

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