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Brasil

Vídeo: jovem sofre assédio, e passageiro expulsa homem de ônibus no RJ

"Ninguém do ônibus fez nada, só um homem que decidiu me ajudar", disse a mulher ao denunciar o caso nas redes sociais

22/06/2022 13:31, atualizado 22/06/2022 13:41
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Vídeo jovem sofre assédio e passageiro expulsa homem de ônibus no Rio 1

Rio de Janeiro- Uma jovem denunciou em suas redes sociais que sofreu assédio sexual dentro de um ônibus em Araruama, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. O caso aconteceu na última segunda-feira (20/6), na linha B460, da Viação Montes Brancos, quando Laryssa Costa, de 25 anos, voltava para casa do trabalho.

Segundo ela, o idoso passou a mão na parte interna de sua coxa e um passageiro a ajudou e expulsou o homem do coletivo.

Veja:

“Fui tocada, abusada, desrespeitada por um homem que teria idade para ser meu avô, que aparentemente era avô de fato. Era casado, tinha filhos, inclusive estava ao telefone com a esposa. Minha única reação foi gritar, gritar bastante e a reação de todo o ônibus foi apenas assistir o ‘espetáculo’, sem ajuda e sem a famosa ‘sororidade’, que muitos gostam de falar”, disse a professora e empresária em suas redes sociais.

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Ônibus passará a circular na próxima segunda-feira
Jovem sofre assédio sexual em ônibus no RJ
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Jovem sofre assédio sexual em ônibus no RJ

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Ônibus passará a circular na próxima segunda-feira
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Ônibus passará a circular na próxima segunda-feira

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No vídeo, um homem de casaco branco aparece dando chutes e tentando expulsar o idoso do coletivo.

“Apenas um homem do ônibus se preocupou comigo, me tirou daquela situação e expulsou aquele homem nojento. Quis saber como eu estava e tentou me acalmar enquanto todos apenas olhavam. Após o ocorrido, o motorista seguiu, os passageiros fingiram que nada aconteceu e pronto”, disse Laryssa Costa.

Na terça-feira (21/6), a professora procurou a Delegacia da Mulher de Cabo Frio, mas ouviu que eles não poderiam fazer nada por ela, pois o caso aconteceu em outro distrito. Foi então que ela se encaminhou para a Delegacia de Araruama.

“Não tinha nenhuma mulher para me atender, quem falou comigo foi um homem que agiu como se isso fosse corriqueiro. Me senti muito mal em ter vindo denunciar. (…) Fui destratada, como se não fosse nada. Hoje entendo o motivo de muitas mulheres denunciarem”, disse Laryssa.

O Metrópoles procurou a Polícia Civil, mas não obteve retorno até a conclusão da reportagem. O espaço segue aberto.

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