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O movimento Vem Pra Rua realizou no fim da manhã deste domingo (27/8), em Brasília, um ato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e em defesa da renovação política. Com a ajuda de voluntários, o movimento escreveu a frase “Lula na cadeia” no gramado em frente ao Congresso Nacional. Juntas, as pessoas formaram cada uma das letras da frase no gramado.

De acordo com a organização, cerca de 360 pessoas participaram do ato. A Polícia Militar, no entanto, calculou a presença de 200 pessoas. Além da frase, os organizadores fizeram no local um cemitério com cruzes, com os nomes de vários políticos, como Lula e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

O Vem Pra Rua informou que o ato tinha como objetivo “deixar claro a vontade do povo brasileiro pelo fim da impunidade, com a prisão de todos os corruptos condenados, e a favor da renovação política em 2018”.

Durante o ato, o cientista social venezuelano Roderick Navarro, do movimento de direita Rumbo Libertad, de Caracas, também discursou contra o presidente Nicolás Maduro. Ele está no Brasil para denunciar o atual governo da Venezuela.

Rio de Janeiro
Manifestantes do movimento também fizeram um ato na orla da Praia de Copacabana, zona sul do Rio, na manhã deste domingo, na altura do posto 5. Vestidos de amarelo e verde e com bandeiras do Brasil, eles protestam principalmente contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que soltou envolvidos na Lava Jato do Rio.

Eles gritam “Fora, Gilmar” e também pedem mais celeridade da presidente do STF, Cármen Lúcia, para julgar os pedidos de suspeição de Mendes. Alguns também levam bandeira da monarquia brasileira, bonecos do juiz federal Sérgio Moro e usam camisas com fotos dos procuradores da Lava Jato.

O protesto, que recebeu o nome de “Circuito dos Corruptos”, pretende percorrer a casa da ex-presidente Dilma Rousseff, em Copacabana, de Aécio Neves, em Ipanema, do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), no Leblon, e do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), no mesmo bairro.

 

 

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