Um mês após ataques, Congresso recebe ato pela democracia

A iniciativa é de funcionários públicos vinculados ao Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União

atualizado

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1 de 1 Congresso Nacional Metrópoles - Foto: Reprodução/Direção Concursos

Nesta quarta-feira (8/2), dia em que os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, completa um mês, os servidores do Congresso Nacional promoveram um evento em defesa da democracia. O ato simbólico foi uma forma de repudiar a depredação dos órgãos.

O evento teve início às 14h, hora aproximada do início dos ataque, e seguiu até às 15h45. Os funcionários se reuniram Salão Negro do Congresso, onde foi primeiro espaço invadido pelos vândalos.

O evento foi convocado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo – Sindilegis, com apoio institucional da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Organização dos Estados Americanos, União Interparlamentar, Associação Brasileira de Comunicação Pública, Bússola Tech e Flap Comunicação.

“O caminho inverso – Ato pela Democracia significa não apenas contrapor a invasão violenta com uma marcha pacífica. Significará também que o Congresso Nacional, representado pelos seus servidores, quer estar cada vez mais próximo do cidadão, pois é a caixa de ressonância dos desejos de toda a sociedade”, informou o sindicato.

Ao final, os servidores se reuniram no gramado em frente ao Congresso Nacional onde a palavra Democracia e a bandeira nacional foram abraçadas pelos participantes.

Um mês das invasões 

Há um mês, o Brasil foi surpreendido pelas cenas de invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, na capital federal. Em tentativa de golpe de Estado, bolsonaristas inconformados com o resultado da eleição presidencial marcharam do Quartel-General do Exército do DF até a Esplanada dos Ministérios e destruíram prédios públicos.

Logo após os ataques, integrantes do Legislativo, Executivo e Judiciário se uniram para uma reação rápida e enérgica aos atos, classificados pelas principais autoridades da República como “terroristas”. Até o momento, 942 dos 1.406 detidos após os episódios de vandalismo permanecem presos; 462 estão com tornozeleira eletrônica. Há ainda 653 denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR); 92 pessoas e sete empresas tiveram o patrimônio bloqueado por financiar ou participar dos atos antidemocráticos, e outras 84 foram denunciadas e aguardam decisão da Justiça para bloqueio dos bens.

O prejuízo estimado pela destruição das sedes dos Três Poderes é de, pelo menos, R$ 20,7 milhões.

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