UFG: funcionários do Hospital das Clínicas fazem paralisação nesta 6ª

Paralisação começou na quinta-feira (22/5) e deve durar 48h. Segundo a própria unidade, atendimento aos pacientes pode ficar afetado

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução/Wikipedia
imagem colorida hospital das clinicas da ufg goiania
1 de 1 imagem colorida hospital das clinicas da ufg goiania - Foto: Reprodução/Wikipedia

Goiânia – O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG/EBSERH), em Goiânia, funciona com restrições desde quinta-feira (22/5) e segue da mesma forma nesta sexta (23/5). A situação ocorre em razão de uma paralisação de 48 horas dos colaboradores da UFG.

Conforme comunicado, o atendimento em todas as unidades de internação poderá ser afetado, uma vez que o hospital opera com capacidade reduzida durante o período. A direção do HC pediu compreensão da população e garantiu que trabalha para manter a qualidade do atendimento, mesmo diante das limitações temporárias.

A paralisação é uma mobilização dos trabalhadores da universidade, o que impacta diretamente os serviços prestados dentro do hospital, que é vinculado à instituição.

Movimento dos técnicos-administrativos

Conforme o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sint-Ifesgo), aproximadamente, 70% dos técnicos-administrativos do HC trabalham em plantão para que 30% dos servidores participem das atividades de paralisação, incluindo uma caravana a Brasília para reunião da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) com o governo federal nesses dias.

Entre as pautas que devem ser discutidas estão reposicionamento dos aposentados, revisão dos adicionais, reconhecimento de pós-graduação no exterior, democracia interna das IFES; 30 horas semanais, escala 12×60; carga horária das profissões regulamentadas; entre outras.

Sobre a paralisação, o sindicato esclareceu que a ação ocorre após o governo federal descumprir um acordo firmado com a categoria (sobretudo, a reestruturação do plano de carreira dos cargos técnico-administrativos em educação).

Ainda segundo a entidade, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a criação de um grupo de trabalho para discutir a reforma administrativa, com um prazo de apenas 45 dias para apresentar propostas. Ou seja, sem debate profundo com os envolvidos.

“Enquanto os servidores públicos cobram diálogo e transparência, essa nova proposta surge como uma tentativa de acelerar mudanças profundas, sem o devido debate com a população”, informou o sindicato. A entidade alerta para o risco de:

  • enfraquecimento do serviço público;
  • risco de precarização do trabalho de servidores
  • redução de direitos históricos; e
  • impacto direto na saúde, educação e segurança.

Em nota, a assessoria do Hospital das Clínicas reforçou que os atendimentos de urgência e emergência permanecem inalterados. “O HC-UFG informa ainda que todos os esforços estão sendo feitos para garantir a continuidade dos serviços assistenciais com a força de trabalho dos empregados públicos da Ebserh”, completou.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?