Bolsonaristas presos no Paraguai chegam ao DF e vão para a Papuda

Entre os presos está o blogueiro Wellington Macedo de Souza, condenado devido à tentativa de explosão perto do Aeroporto de Brasília

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Brasileiros bolsonaristas presos no Paraguai suspeitos de participação nos atos golpistas de 8 de janeiro chegam em Brasília Polícia Federal PF - metrópoles
1 de 1 Brasileiros bolsonaristas presos no Paraguai suspeitos de participação nos atos golpistas de 8 de janeiro chegam em Brasília Polícia Federal PF - metrópoles - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Os três brasileiros presos no Paraguai, nessa quinta-feira (14/9), suspeitos de envolvimento em atos antidemocráticos, foram trazidos a Brasília nesta sexta-feira (15/9). O trio chegou ao aeroporto da capital federal em um avião da Polícia Federal (PF), que partiu de Foz do Iguaçu (PR) e pousou no DF por volta das 15h10. Eles serão levados para o Complexo Penitenciário da Papuda.

Os presos são o blogueiro e jornalista Wellington Macedo de Souza – que participou da tentativa de explosão no Aeroporto de Brasília em dezembro do ano passado –, a empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira e o radialista Maxcione de Abreu que, segundo as autoridades do país vizinho, também tem ordem de prisão em aberto por tentativa de abolição do Estado de Direito.

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Empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira chega em avião da PF
Empresário Diogo Arthur Galvão chega em avião da PF em Brasília
Os três brasileiros presos no Paraguai, nessa quinta-feira (14/9), suspeitos de envolvimento em atos antidemocráticos, chegaram a Brasília
Os três brasileiros presos no Paraguai, nessa quinta-feira (14/9), suspeitos de envolvimento em atos antidemocráticos, chegaram a Brasília
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Blogueiro e jornalista Wellington Macedo de Souza desce do avião da PF após chegar em Brasília
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Blogueiro e jornalista Wellington Macedo de Souza desce do avião da PF após chegar em Brasília

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Empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira chega em avião da PF
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Empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira chega em avião da PF

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Empresário Diogo Arthur Galvão chega em avião da PF em Brasília
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Empresário Diogo Arthur Galvão chega em avião da PF em Brasília

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Os três brasileiros presos no Paraguai, nessa quinta-feira (14/9), suspeitos de envolvimento em atos antidemocráticos, chegaram a Brasília
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Os três brasileiros presos no Paraguai, nessa quinta-feira (14/9), suspeitos de envolvimento em atos antidemocráticos, chegaram a Brasília

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Empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira chega em avião da PF

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Empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira chega em avião da PF

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Os três foram alvo de um mandado da Operação Lesa Pátria, deflagrada pela Polícia Federal, que mira financiadores e participantes de atos terroristas ocorridos em Brasília em dezembro de 2022 e em 8 de janeiro.

Além de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, eles respondem por golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Os suspeitos foram presos em uma ação coordenada com a Polícia Nacional e o Departamento de Migração do Paraguai, em uma colaboração internacional entre as autoridades brasileiras e paraguaias. Estão envolvidas as chancelarias e os ministérios da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e Interior.

Veja vídeo da chegada do avião ao Aeroporto de Brasília:

Os presos

Capturado nessa quinta, o blogueiro e jornalista Wellington Macedo foi condenado em agosto a seis meses de prisão e multa, por envolvimento na tentativa de atentado com bomba no Aeroporto Internacional de Brasília, na véspera de Natal do ano passado.

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O trio chegou ao Aeroporto Internacional de Brasília por volta das 15h
O avião da PF trazia três alvos da Operação Lesa Pátria
Wellington Macedo, o "Preso do Xandão", pedia Pix durante a concentração de bolsonaristas em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília
Wellington Macedo de Souza foi denunciado pelo Ministério Público por envolvimento no episódio da bomba no Aeroporto de Brasília
George Washington foi preso e condenado por tentativa de explosão de ônibus no aeroporto de Brasília
Os presos na seguinte ordem: Maxcione de Abreu, Rieny Munhoz Marcula Teixeira e Wellington Macedo de Souza. O último é apontado como envolvido na tentativa de explodir caminhão no aeroporto
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Os presos na seguinte ordem: Maxcione de Abreu, Rieny Munhoz Marcula Teixeira e Wellington Macedo de Souza. O último é apontado como envolvido na tentativa de explodir caminhão no aeroporto

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O trio chegou ao Aeroporto Internacional de Brasília por volta das 15h
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O trio chegou ao Aeroporto Internacional de Brasília por volta das 15h

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O avião da PF trazia três alvos da Operação Lesa Pátria
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O avião da PF trazia três alvos da Operação Lesa Pátria

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Wellington Macedo, o "Preso do Xandão", pedia Pix durante a concentração de bolsonaristas em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília
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Wellington Macedo, o "Preso do Xandão", pedia Pix durante a concentração de bolsonaristas em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília

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Wellington Macedo de Souza foi denunciado pelo Ministério Público por envolvimento no episódio da bomba no Aeroporto de Brasília
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Wellington Macedo de Souza foi denunciado pelo Ministério Público por envolvimento no episódio da bomba no Aeroporto de Brasília

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George Washington foi preso e condenado por tentativa de explosão de ônibus no aeroporto de Brasília
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George Washington foi preso e condenado por tentativa de explosão de ônibus no aeroporto de Brasília

Imagem cedida ao Metrópoles
Artefato localizado no aeroporto tinha relógio capaz de acionar a explosão
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Artefato localizado no aeroporto tinha relógio capaz de acionar a explosão

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Desativação do explosivo mobiliza bombeiros e policiais militares
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Desativação do explosivo mobiliza bombeiros e policiais militares

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Golpistas invadem cúpula do Congresso no 8 de Janeiro
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Golpistas invadem cúpula do Congresso no 8 de Janeiro

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Atos antidemocráticos do 8 de Janeiro
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Atos antidemocráticos do 8 de Janeiro

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Os outros suspeitos Alan Diego dos Santos Rodrigues e George Washington de Oliveira Sousa já haviam sido presos.

Já a empresária paulista Rieny Munhoz Marcula Teixeira foi localizada como uma possível financiadora dos atos antidemocráticos de 8/1. Ela, que teve os bens bloqueados, teria pagado o fretamento de um ônibus de Jundiaí (SP), que saiu de Campinas com 39 pessoas, rumo à capital federal.

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