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Faxineiro, atendente de supermercado, churrasqueiro, mecânico, gari… Todas profissões dignas, correto? Não tanto para os alunos do Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH), no Rio Grande do Sul.

Em uma festa que teve como tema “Se nada der certo”, os estudantes se vestiram como empregados de trabalhos que foram considerados “alternativos”, no caso da vida profissional deles não ter o sucesso que esperam.

As fotos do evento, que aconteceu no dia 17 de maio, ganharam as redes sociais e foram duramente criticadas pela forma como, na opinião dos usuários, ridicularizaram aqueles que vivem desses serviços.

Nota de esclarecimento

A escola divulgou uma nota de esclarecimento em sua página do Facebook. No texto, a instituição afirma que “em momento algum teve a intenção de discriminar determinadas profissões, até porque muitas delas fazem parte do próprio quadro administrativo e são essenciais para o bom funcionamento da Instituição”.

Segundo a escola, “o objetivo principal dessa atividade foi trabalhar o cenário de NÃO APROVAÇÃO NO VESTIBULAR, de forma alguma foi fazer referência ao ‘não dar certo na vida'”, pedindo desculpas pelo mal entendido.

 

 

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