Suspeito de matar colega por causa de café é preso temporariamente
Homem se entregou à Polícia Civil do Rio Grande do Sul na quinta-feira (9/6) e afirmou que o caso foi acidental

O homem suspeito de matar um colega de trabalho se entregou à Polícia Civil do estado e foi preso temporariamente nessa quinta-feira (9/6), em São Leopoldo (RS). Caso ocorreu na última segunda-feira (6/6), na empresa em que os dois trabalhavam.
A vítima, identificada como Marcelo Camilo, de 36 anos, foi atingida no tórax por uma ferramenta de trabalho, semelhante a uma faca, e não resistiu aos ferimentos. Inicialmente, os investigadores trabalhavam com a hipótese de que o crime foi motivado por um desentendimento por conta de uma pausa para o café. A polícia ainda não descarta a possibilidade.
De acordo com o delegado André Serrão, responsável pelo caso, o homem alegou que após um desentendimento, a vítima avançou em direção a ele, que acabou o atingindo de forma acidental. O autor ficará preso temporariamente por 30 dias. Nesse período, a polícia seguirá investigando o caso.

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O crime ocorreu nas instalações da empresa Sulcromo, que atua na produção de revestimentos. Segundo a corporação, a vítima foi socorrida e enviada ao Hospital da Unimed de São Leopoldo, onde morreu após uma parada cardíaca.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesImagens de câmeras de segurança que circulam nas redes sociais mostram a vítima correndo após a agressão. Veja:
Um chefe matou o funcionário com a ferramenta de trabalho por ele ter ido tomar café fora do horário. O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira (6), em São Leopoldo, na Grande Porto Alegre (RS). O suspeito está foragido. A vítima teve três paradas cardíacas antes de morrer. pic.twitter.com/g47q4jQl6E
— Carlos Rocha 🛹 (@CarlosRocha_) June 6, 2022
Em publicação nas redes sociais, a Sulcromo decretou luto oficial “em respeito ao colega Marcelo Camilo”. A empresa acrescentou que a morte do funcionário é uma “perda irreparável”, e ressaltou que colabora com os órgãos responsáveis pela investigação do crime.
“Neste momento, estamos nos dedicando, da melhor maneira possível, ao apoio à família de Marcelo. A comunidade da Sulcromo está em luto e em choque com esta perda irreparável. Estamos colaborando de todas as formas com os órgãos responsáveis pelas investigações”, divulgou a instituição.
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