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Brasil

SP: marido baleado por esposa militar morre após 50 dias de internação

Empresário Bruno Piva Júnior, de 52 anos, morreu nessa terça-feira (25/1), após ter sido baleado pela esposa, Karina de Freitas Fogolin

27/01/2022 09:47, atualizado 27/01/2022 12:03
Reprodução
Bruno Piva Júnior, de 52 anos, e Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos

São Paulo – Bruno Piva Júnior, de 52 anos, morreu nessa terça-feira (25/1) no Hospital Irmã Dulce, na Praia Grande, litoral de São Paulo. A morte do empresário ocorreu 50 dias após ter sido baleado pela esposa militar.

A 2º tenente dentista temporária Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos, alegou na data do crime que o marido teria sido atingido por um assaltante.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou ao Metrópoles que o caso foi investigado pelo 2º DP de Praia Grande.

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O empresário morreu 50 dias após ter sido baleado pela esposa militar
Karina alegou, na data do crime, que o marido teria sido atingido por um assaltante
Segundo-tenente dentista temporária Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos
Bruno Piva Júnior, de 52 anos, e Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos
Karina foi indiciada por homicídio tentado, no momento do flagrante
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Karina foi indiciada por homicídio tentado, no momento do flagrante

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O empresário morreu 50 dias após ter sido baleado pela esposa militar
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O empresário morreu 50 dias após ter sido baleado pela esposa militar

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Karina alegou, na data do crime, que o marido teria sido atingido por um assaltante
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Karina alegou, na data do crime, que o marido teria sido atingido por um assaltante

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Segundo-tenente dentista temporária Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos
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Segundo-tenente dentista temporária Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos

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Bruno Piva Júnior, de 52 anos, e Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos
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Bruno Piva Júnior, de 52 anos, e Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos

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Segundo o órgão estadual, Karina foi indiciada por homicídio tentado no momento do flagrante e a Justiça concedeu sua liberdade provisória.

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O inquérito policial foi relatado ao Judiciário e a Polícia Civil faz investigações complementares, a pedido do Ministério Público.

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) afirmou em nota ao Metrópoles que se manifestou pela continuidade da prisão da suposta ré, solta por decisão judicial.