Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

SP: assassino guardou corpos de mãe e filhas durante quatro dias

Os vizinhos viram o suspeito andando desconfiado pela rua em que a família morava

12/06/2018 08:57, atualizado 12/06/2018 11:20
Reprodução/Arquivo Pessoal
SP: assassino guardou corpos de mãe e filhas durante quatro dias

Principal suspeito de matar a facadas Thamiris Souza Santos, de 30 anos, e suas filhas, Nayara, de oito, e Nicolly, de quatro, o vendedor Magno Brandão Ferreira frequentou a casa das vítimas durante quatro dias depois do crime, que teria acontecido na última terça-feira (5/6), em São Vicente, no litoral de São Paulo.

SP: assassino guardou corpos de mãe e filhas durante quatro dias - destaque galeria
4 imagens
Brandão com Thamiris
Thamiris e as duas filhas
As três foram assassinadas na última terça-feira (5/6)
Conversa de Brandão com o pai
1 de 4

Conversa de Brandão com o pai

Divulgação/Polícia Civil
Brandão com Thamiris
2 de 4

Brandão com Thamiris

Reprodução/Arquivo Pessoal
Thamiris e as duas filhas
3 de 4

Thamiris e as duas filhas

Reprodução/Arquivo Pessoal
As três foram assassinadas na última terça-feira (5/6)
4 de 4

As três foram assassinadas na última terça-feira (5/6)

Reprodução/Arquivo Pessoal

Segundo a polícia, a conclusão foi possível após relatos de vizinhos e do laudo preliminar emitido pelo Instituto Médico Legal (IML). Brandão, que ainda não foi localizado, teria sido visto no local um dia antes de as vítimas serem achadas, na madrugada de domingo (10).

A responsável pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Vicente, Carla Cristina, afirmou que vizinhos estranharam a ausência de Thamiris e que eles viram o suspeito andando desconfiado pela rua em que a família morava. “Ele permaneceu com as vítimas no interior da residência durante todo esse tempo. E, lá dentro, havia roupas masculinas sujas de sangue. Tudo leva a crer que tenha sido ele”, explicou.

Brandão tinha um relacionamento com Thamires. Ele, inclusive, usou o celular dela para enviar mensagens ao pai. “Quando acordei, estava com uma faca na mão e a mulher que eu mais amava me dizendo que me perdoava”, escreveu ele. Em seguida, ele se recusou a dizer o paradeiro para o pai.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles