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Brasil

"Sou inocente", diz suspeita de matar mãe e filho envenenados com doce

Amanda foi presa pela Polícia Civil de Goiás por suspeita de matar o sogro e a mãe dele com doce envenenado. Ela nega o crime

Thalys Alcântara, Laura Braga20/12/2023 20:33, atualizado 20/12/2023 20:38
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Reprodução/ Mais Goiás
Foto colorida de Amanda sendo presa pela polícia - Metrópoles

Presa pela Polícia Civil de Goiás nesta quarta-feira (20/12) por suspeita de matar o sogro e a mãe dele, usando doce envenenado, Amanda Partata Martoza, de 31 anos, disse que é inocente e não matou ninguém.

Os policiais chegaram com Amanda algemada na Delegacia de Homicídios (DIH) em Goiânia no começo da noite de quarta.

Enquanto caminhava ao lado do delegado Carlos Alfama e de outros policiais, ela disse que é inocente e negou o crime. Amanda chegou na delegacia com um vestido preto e o cabelo jogado sobre o rosto.

“Eu sou inocente, eu não fiz isso, gente. Eu não fiz nada”, disse a advogada, segundo vídeo do site Mais Goiás.

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Luzia Ferreira Alves também morreu
Leonardo Ferreira Alves tinha 58 anos e morreu nesse domingo (17/12)
Doceria Perdomo
Mãe e filho morreram após suposto envenenamento em Goiânia
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Mãe e filho morreram após suposto envenenamento em Goiânia

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Luzia Ferreira Alves também morreu
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Luzia Ferreira Alves também morreu

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Leonardo Ferreira Alves tinha 58 anos e morreu nesse domingo (17/12)
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Leonardo Ferreira Alves tinha 58 anos e morreu nesse domingo (17/12)

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Divulgação

A Polícia Civil informou que vai dar mais detalhes sobre o caso na manhã de quinta-feira (21/12). O Metrópoles tenta localizar a defesa de Amanda. O espaço segue aberto.

Mortes por doce envenenado

Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e a mãe dele, Luzia Tereza Alves, de 86, morreram depois de comer doce no último domingo (17/12). Eles começaram a passar mal após a ingestão do produto.

O caso teve muita repercussão nas redes sociais, pois inicialmente, familiares das vítimas suspeitaram que a confeitaria responsável pelos doces seria responsável. A investigação da polícia descartou o envolvimento da confeitaria, que é uma das maiores de Goiás.

Amanda se apresenta no Instagram como psicóloga e terapeuta, mas o Conselho Regional de Psicologia de Goiás informou em nota que Amanda não tem registro profissional ativo.

Segundo o boletim de ocorrência, as vítimas comeram os doces na manhã de domingo (17/12). Os sintomas começaram por volta das 13 horas, cerca de três horas após terem comido os doces.

Os dois chegaram a ser internados no Hospital Santa Bárbara, em Goiânia, mas não resistiram. A suspeita de envenenar os dois, Amanda relatou que teria comido os doces em menor quantidade. Ela é de Itumbiara (GO).

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