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Brasil

"Situação caótica", diz Randolfe sobre despreparo com desastres naturais

Randolfe Rodrigues destacou que situação orçamentária impede auxílio no caso de desastres naturais já em janeiro de 2023

Repórter de Brasil22/11/2022 17:38, atualizado 22/11/2022 17:39
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Igo Estrela/Metrópoles
Senadores Randolfe Rodrigues (Rede AP), Simone Tebeb (MDB MS) e Humberto Costa (PT PE), falam com à imprensa ao final da CPI da COVID-19

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) divulgou, nesta terça-feira (22/11), informações sobre a situação orçamentária do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Segundo o parlamentar, o órgão não tem espaço para lidar com despesas da Defesa Civil, uma vez que grande parte do orçamento foi direcionado às emendas de relator, que embasam o chamado orçamento secreto.

“O primeiro cenário que encontramos no ministério é um que inspira muitos cuidados pela situação orçamentária que nós temos na atualidade. Em janeiro, nós não teremos capacidade nenhuma, a União não terá capacidade nenhuma de investimento na área de desenvolvimento regional”, destaca. “A situação que estamos recebendo é, no mínimo, caótica.”

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Randolfe aceita convite de Lula e desiste de disputar governo do AM
Senador classificou o governo do presidente Jair Bolsonaro como "moribundo"
Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
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Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Hugo Barreto/Metrópoles
Randolfe aceita convite de Lula e desiste de disputar governo do AM
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Ricardo Stuckert/Divulgação
Senador classificou o governo do presidente Jair Bolsonaro como "moribundo"
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Igo Estrela/Metrópoles
Relatórios

Randolfe disse, ainda, que a verba disponível para a contenção de encostas, por exemplo, é de apenas R$ 2 milhões.

“A situação orçamentária é grave e revela uma opção que foi feita pelo atual governo, que é a opção de priorizar a destinação de recursos para as chamadas emendas parlamentares, e não priorizar a destinação de recursos em obras programáticas e emergências que necessitam ter resposta por parte da União”, ressaltou.

O grupo de trabalho deverá apresentar dois relatórios, com uma radiografia da situação atual da área do governo e outro com sugestões de propostas para a gestão de Lula.

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