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Senado aprova debate com Campos Neto e Haddad sobre juros em plenário

A discussão no Senado também terá a participação da ministra Simone Tebet e economistas

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida mostra o plenário do Senado Federal - Metrópoles - Foto: Reprodução/TV Senado

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (14/3) um requerimento apresentado pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para a realização de um debate em plenário sobre a taxa de juros anual de 13,75%. O documento foi votado apenas de maneira simbólica.

A discussão deve reunir os ministros da Fazenda e do Planejamento, Fernando Haddad e Simone Tebet, além do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e economistas. A audiência pública ainda não tem data marcada.

Campos Neto entrou na mira do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de importantes lideranças do PT, como a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann. Os petistas criticam o presidente do BC pela elevada taxa básica de juros da economia, hoje em 13,75% ao ano. Segundo o PT, os juros nesse patamar esfriam a economia do país.

O presidente do BC já havia sido convidado a participar da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no dia 4 de abril. Por se tratar de um convite e não de uma convocação, o chefe da autoridade monetária não é obrigado a comparecer à comissão.

Pacheco afirmou que o debate será necessário para um objetivo de “bem-estar social”:

“Há um caminho, até lá, que é o caminho do crescimento e do desenvolvimento econômico. Como se faz isso? Contendo a inflação e reduzindo taxa de juros”, disse.

Também foram convidados para o debate o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga; o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia; os economistas Marcos Lisboa e Bruno Funchal; o presidente da Febraban, Isaac Sidney Menezes Ferreira; o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Josué Gomes; além de representantes da CNI (Confederação Nacional da Indústria), CNC (Confederação Nacional do Comércio) e CNT (Confederação Nacional dos Transportes).

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