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Brasil

Santa Catarina tem 3 municípios em estado de emergência por temporal

Araranguá, Praia Grande e São João do Sul estão em estado de emergência. Até o momento, o estado registra 155 pessoas desalojadas

Madu Toledo03/05/2024 14:26, atualizado 03/05/2024 14:33
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Defesa Civil de Concórdia
Foto colorida de carro submerso em alagamento. Registro foi feito em Ipira, município que teve uma morte confirmada em decorrência das fortes chuvas. Homem estava em carro arrastado pela correnteza - Metrópoles

As fortes chuvas que castigam o Rio Grande do Sul avançam para Santa Catarina. O estado contabiliza, até o momento, uma morte decorrente dos temporais, pelo menos 155 pessoas desalojadas e 26 desabrigadas. Três municípios decretaram estado de emergência: Araranguá, Praia Grande e São João do Sul.

Nesta sexta-feira (3/5), as nuvens que antes estavam estacionadas sobre o Rio Grande do Sul se deslocaram e agora cobrem todo o estado de Santa Catarina, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As precipitações intensas já provocaram inundações, deslizamentos de terra e enxurradas, afirma o boletim da Defesa Civil do estado.

No estado, 33 municípios possuem ocorrências relacionadas a alagamentos. Eles são:

  • Regional de Caçador, dois municípios registraram ocorrências (Caçador e Ibiam); 
  • Regional de Criciúma (Orleans, Içara, Criciúma, Urussanga, Balneário Rincão); 
  • Regional Araranguá (Praia Grande, São João do Sul, Araranguá); 
  • Regional de Lages (São Joaquim, Urupema, Painel); 
  • Regional Curitibanos (Vargem); 
  • Regional Joaçaba ( Capinzal, Lacerdópolis, Ouro); 
  • Regional Concórdia (Alto Bela Vista, Arabutã, Peritiba, Piratuba, Presidente Castello Branco, Ipira, Concórdia, Itá); 
  • Regional Chapecó (Águas de Chapecó, São Carlos); 
  • Regional Xanxerê (Ponte Serrada, Passos Maia, Vargeão); 
  • Regional Maravilha (Palmitos); 
  • Regional São Miguel do Oeste (Itapiranga, Mondaí).

O Governo do Estado de Santa Catarina recomenda que a população não trafegue em áreas sujeitas a alagamentos, assim como em pontes ou pontilhões submersos. Se possível, é aconselhável reforçar telhados e estruturas que possam ser afetadas por ventos fortes e, por fim, se manter atento e informado sobre as condições meteorológicas locais e a sinais de rachadura ou movimentação de terra.

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