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Brasil

Saidinhas e outros: Congresso adia análise de 11 vetos

Senadores e deputados se reúnem em sessão conjunta do Congresso Nacional para análise de vetos presidenciais, como a questão da saidinhas

Mariah Aquino, Gabriel Buss, Maria Eduarda Portela09/05/2024 13:25, atualizado 10/05/2024 11:14
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Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
imagem colorida mostra plenário câmara dos deputados em sessão conjunta congresso nacional carne cesta básica - Metrópoles

O Congresso Nacional adiou, nesta quinta-feira (9/5), a análise de 11 vetos presidenciais, inclusive a questão das saidinhas. O acordo construído entre governo e oposição foi de apreciá-los no próximo dia 28 de maio.

Continuam previstos para apreciação na sessão conjunta desta quinta os vetos sobre a lei orçamentária anual (LOA) e a lei de diretrizes orçamentárias (LDO), além dos projetos de lei do Congresso Nacional (PLN) que permitem o direcionamento de recursos para enfrentamento das chuvas no Rio Grande do Sul.

Os vetos que tiveram a apreciação adiada são:

  • 46/21: Lei de Segurança Nacional;
  • 30/22: despacho gratuito de bagagem;
  • 65/22: autocontrole agropecuário;
  • 9/23: áreas de reserva legal;
  • 14/23: (dispositivos 1 a 3, 5 a 53, 55 a 58, 61 a 64, 66, 67, 109 a 114, 116, 119 a 315, 317, 319 a 390, 393 a 397) Lei Geral do Esporte;
  • 18/2023: Minha Casa Minha Vida;
  • 39/23: Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis;
  • 41/23: Lei Orgânica das Polícias e Bombeiros Militares;
  • 44/23: reajuste de taxas de cartórios no DF
  • 45/23 (dispositivo 10): regularização fundiária na Amazônia;
  • 46/23 (dispositivos 1 a 3, 6, 8 a 11, 12 e 14): licitações e contratos administrativos;
  • 48/23: isenção do ICMS no trânsito de produtos da mesma empresa;
  • 1/2024 (dispositivos 48 a 52): lei de diretrizes orçamentárias de 2024;
  • 4/24: apenas o dispositivo 64 da LOA de 2024;
  • 8/24: saída temporária de presos.

A oposição não queria adiar o veto de Lula que proibia a saída de presos para visita à família, mas cedeu porque não queria que os vetos sobre a Lei de Segurança Nacional fossem apreciados.

Governistas afirmaram no plenário que só aceitavam adiar a análise dos vetos da Lei de Segurança Nacional, feito pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2021, se a oposição concordasse em adiar o veto da saída temporária. Sendo assim, o acordo do adiamento de ambos foi firmado.

O Congresso Nacional realiza, na manhã desta quinta-feira (9/5), sessão para análise de vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a projetos aprovados pelo Poder Legislativo.

O encontro de parlamentares de Câmara e Senado é o primeiro neste ano e ocorre após dois adiamentos, frutos de falhas na articulação do governo federal para a construção de acordos.

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