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Saiba como foi o encontro de Cid e Bolsonaro em interrogatório no STF

Mauro Cid é delator e réu em ação que apura suposta trama golpista no STF. Bolsonaro também está no banco dos réus com o ex-ajudante

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Ton Molina/STF
Imagem colorida de Bolsonaro e Mauro Cid - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Bolsonaro e Mauro Cid - Metrópoles - Foto: Ton Molina/STF

Um pouco antes de os réus, em ação penal que apura suposta trama golpista, começarem a ser interrogados no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (9/6), houve cumprimentos e tapinhas nas costas. Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) e delator do esquema, o tenente-coronel Mauro Cid apertou a mão de Bolsonaro no plenário da Primeira Turma.

O ex-presidente foi um dos primeiros da chegar à sala da Primeira Turma no STF. Ele foi ao banheiro, que fica ao lado do plenário do colegiado, e ficou lá por cerca de 10 minutos. Ao sair, Cid estava sentado no local destinado aos réus ao lado de seu advogado Cézar Bittencourt. Bolsonaro, então, o cumprimentou.
Veja fotos da sessão:

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Mauro Cid durante interrogatório da trama golpista
Bolsonaro e Alexandre de Moraes durante interrogatório da trama golpista
Bolsonaro e Mauro Cid se cumprimentam durante interrogatório da trama golpista
O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta segunda-feira (9/6) os interrogatórios dos réus acusados de tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder
Alexandre de Moraes durante interrogatório da trama golpista
Interrogatório Trama Golpista
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Interrogatório Trama Golpista

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Mauro Cid durante interrogatório da trama golpista
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Mauro Cid durante interrogatório da trama golpista

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Bolsonaro e Alexandre de Moraes durante interrogatório da trama golpista
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Bolsonaro e Alexandre de Moraes durante interrogatório da trama golpista

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Bolsonaro e Mauro Cid se cumprimentam durante interrogatório da trama golpista
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Bolsonaro e Mauro Cid se cumprimentam durante interrogatório da trama golpista

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O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta segunda-feira (9/6) os interrogatórios dos réus acusados de tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder
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O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta segunda-feira (9/6) os interrogatórios dos réus acusados de tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder

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Alexandre de Moraes durante interrogatório da trama golpista
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Jair Bolsonaro
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Ministro do STF Alexandre de Moraes
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Ministro do STF Alexandre de Moraes

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Mauro Cid
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Mauro Cid

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General Augusto Heleno
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General Augusto Heleno

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Bolsonaro durante interrogatório da trama golpista
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Bolsonaro durante interrogatório da trama golpista

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Mauro Cid
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Mauro Cid

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Cid levantou da cadeira e apertou a mão de Bolsonaro. Nervoso, o ex-ajudante de ordens ficou sentado cerca de 30 minutos antes de ser chamado pelo ministro Alexandre de Moraes para ser interrogado. Nesse meio tempo, ele prestou continência aos generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, réus e ex-ministros do governo Jair Bolsonaro que também estavam na Turma.

O interrogatório começou por volta de 14h15 e Cid demonstrou estar nervoso, gaguejou e estava com as mãos trêmulas. Porém, mesmo diante de Moraes e de Bolsonaro, que senta logo atrás da cadeira dos réus que respondem às perguntas, confirmou todos os termos de sua delação.

Embora existisse uma apreensão entre advogados sobre uma eventual prisão dos réus caso eles conversassem entre si, pois existe uma proibição deles se falaram, Moraes, logo no início da sessão afirmou que não configuraria crime os cumprimentos.

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta segunda-feira (9/6), o interrogatório dos réus da ação penal que investiga suposta tentativa de golpe para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder após a derrota nas eleições de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As oitivas são conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na Corte. Além de Bolsonaro, sete pessoas apontadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como integrantes do núcleo “crucial” da trama estão no banco dos réus, em audiência na Primeira Turma.

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