RJ: areia de 14 praias “não é recomendada” a banhistas, diz prefeitura

Entre as areias com classificação ruim para banhistas há trechos em praias turísticas como a do Leblon, de Botafogo e a de Ipanema

atualizado

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Dois funcionários da prefeitura do Rio de Janeiro fazem uma análise com ferramentas específicas da areia de uma praia. Ao fundo, o mar e pessoas caminhando. Praia de Botafogo está própria para banho após anos poluída - Metrópoles
1 de 1 Dois funcionários da prefeitura do Rio de Janeiro fazem uma análise com ferramentas específicas da areia de uma praia. Ao fundo, o mar e pessoas caminhando. Praia de Botafogo está própria para banho após anos poluída - Metrópoles - Foto: Divulgação/SMAC

Rio de Janeiro – A prefeitura do Rio divulgou nesta quinta-feira (19/5) o primeiro boletim de avaliação da qualidade das areias das praias cariocas nos últimos três anos; 14 não foram recomendadas a banhistas.

Entre as que tiveram classificação ruim estão trechos em praias famosas com a do Leblon, na zona sul, e a da Bica, na Ilha do Governador, na zona norte. Por outro lado, praias em São Conrado, em frente ao Hotel Nacional, no Flamengo e em Ipanema, na altura da rua Maria Quitéria, tiveram índices “ótimos”.

Veja a lista de praias onde há trechos “não recomendados”:

Imbuca e José Bonifácio, na Ilha de Paquetá;

Engenhoca, Guanabara, Ramos e Piscinão de Ramos, além de Bica, na ilha do Governador, na zona norte da cidade;

Botafogo, Leblon, Urca, Praia Vermelha e Ipanema, na altura da rua Paul Redfern, Arpoador e Praia do Diabo, na zona sul.

A análise tem como base a quantidade de números mais prováveis de coliformes fecais por 100 mg. Quando o número ultrapassa 20 mil coliformes, o local é considerado “ruim” ou “não recomendado”. O relatório completo está neste link.

Orientações

A Secretaria de Meio Ambiente recomenda que em áreas indicadas com baixa qualidade da areia, banhistas utilizem cangas ou cadeiras para que não haja contato direto com a pele.

A pasta também orienta que as pessoas evitem levar a mão na boca após o contato com a areia e as recreações infantis com que tenham contato direto.

“A poluição da areia está associada, principalmente, à ausência de recolhimento de fezes de cães e ao descarte de alimentos. Pode levar a problemas gastrointestinais, ainda que o frequentador não apresente reação imediata”, informa.

De acordo com a secretaria, as análises – em 24 pontos de praias da Ilha do Governador, Paquetá, e de toda a faixa do Flamengo a São Conrado – serão quinzenais e feitas em parceria com a concessionária Águas do Rio.

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