Rio suspende cirurgias eletivas a partir de segunda-feira (17/1)

Procedimentos não urgentes serão adiados por 30 dias no estado. Medida foi adotada após afastamento de três em cada 10 profissionais

atualizado 14/01/2022 17:04

CTI do Hospital Ronaldo Gazolla, no Rio de JaneiroAline Massuca/ Metrópoles

Rio de Janeiro – A alta no número de casos de Covid-19 no Rio afastou três em cada 10 profissionais de saúde no estado. Para adequar as unidades hospitalares ao atual cenário epidemiológico, as cirurgias eletivas (que não são urgentes) foram canceladas por um mês.

A medida passa a valer na segunda-feira (17/1), de acordo com a recomendação do secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe. A decisão visa evitar a contaminação por Covid-19 de pacientes e profissionais envolvidos nos procedimentos e pode ser revista ao longo do período, caso o estado avalie que a situação é mais favorável.

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A redução do número de doações de sangue foi outro fator que contribuiu com a decisão de suspender as cirurgias eletivas.

Em nota, a SES informa que que o percentual de profissionais afastados é de até 20% nas unidades do estado e que “está trabalhando para diminuir o impacto do afastamento de profissionais de saúde no atendimento à população, como a suspensão das cirurgias eletivas em todas as unidades do estado nos próximos 30 dias”.

Já a Secretaria de Saúde da capital, devido ao alto risco de contágio pela Covid-19, “está suspendendo por 30 dias os procedimentos eletivos de maior complexidade (cirurgias e exames com anestesia) nos hospitais da rede municipal”.

As unidades federais não fazem parte do cancelamento.

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