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Brasil

Bebê sequestrada foi colocada dentro da mochila por falsa pediatra

Claudia Soares Alves, 42 anos, suspeita do sequestro, foi presa na quarta-feira (24/7). A criança foi colocada dentro de uma mochila

25/07/2024 11:58, atualizado 25/07/2024 12:00
Reprodução
Imagem colorida de mulher de jaleco com mochila amarela - Metrópoles

recém-nascida sequestrada na terça-feira (23/7) do Hospital da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) por uma mulher que se passou por médica pediatra foi colocada dentro de uma mochila amarela durante o crime. Claudia Soares Alves, 42 anos, suspeita do sequestro, foi presa na quarta-feira (24/7). A bebê foi encontrada em uma clínica na cidade de Itumbiara, em Goiás.

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De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, “a suspeita entrou em um banheiro, colocou a bebê em uma mochila e saiu do hospital”.

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Mulher se passa por médica para sequestrar criança
Falsa médica com a recém-nascida Isabela no colo
Mulher disfarçada de médica sequestra bebê em hospital de Uberlândia
Falsa médica com a recém-nascida no colo
Claudia Soares, mulher acusada de sequestrar bebê recém-nascido
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Claudia Soares, mulher acusada de sequestrar bebê recém-nascido

Reprodução/ Redes sociais
Mulher se passa por médica para sequestrar criança
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Mulher se passa por médica para sequestrar criança

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Falsa médica com a recém-nascida Isabela no colo
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Falsa médica com a recém-nascida Isabela no colo

Mulher disfarçada de médica sequestra bebê em hospital de Uberlândia
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Mulher disfarçada de médica sequestra bebê em hospital de Uberlândia

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Falsa médica com a recém-nascida no colo
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Falsa médica com a recém-nascida no colo

Claudia Soares Alves é a suspeita de sequestrar a recém-nascida no Hospital da Universidade Federal de Uberlândia (HU-UFU). A mulher se passou por pediatra na unidade, que fica no Triângulo Mineiro. Ela estava usando máscara de proteção, crachá e jaleco no momento do crime.

Claudia é médica graduada pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, em novembro de 2004, tendo finalizado a residência em neurologia na Universidade Federal do Triângulo Mineiro, em novembro de 2011. Claudia mantém uma clínica em Itumbiara, cidade de Goiás.

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Em nota enviada ao Metrópoles a defesa da suspeita explicou que a acusada é “portadora de transtorno afetico bipolar e, no momento dos fatos, se encontrava em crise psicótica, não tendo capacidade de discenir a natureza inadequada e/ou ilícita de suas atitudes”.