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Receita Federal apreende um cigarro eletrônico a cada 3 horas em Goiás

O cigarro eletrônico, também conhecido como vape, tem a venda proibida no Brasil desde 2009

atualizado

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Cigarros eletrônicos, variedade de cigarros eletrônicos descartáveis ​​em um fundo branco. Metrópoles
1 de 1 Cigarros eletrônicos, variedade de cigarros eletrônicos descartáveis ​​em um fundo branco. Metrópoles - Foto: Getty Images

Goiânia – Apenas entre os meses de janeiro e fevereiro de 2026, a Receita Federal retirou de circulação 440 cigarros eletrônicos no estado de Goiás — média de uma apreensão a cada três horas.

No ano passado, o número de apreensões envolvendo vapes, essências e peças chegou a 36,2 mil — média de 99 por dia. Juntos, todo o material chegou ao valor de R$ 2,3 milhões. O número elevado de aparelhos fez com que Goiás ocupasse o 6º lugar no ranking nacional de Estados com a maior quantidade de cigarros eletrônicos apreendidos no ano passado.

Goiás perde apenas para Paraná, Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Na rota do tráfico

Pela localização geográfica, Goiás entrou na mira do tráfico de drogas e também do contrabando de cigarros eletrônicos. As principais vias utilizadas pelos contrabandistas são BR-364, BR-153 e BR-060. Embora populares entre jovens, o cigarro eletrônico tem a venda proibida no Brasil desde 2009. Buscando burlar a lei, os criminosos, inclusive, tendem a usar as mesmas rotas usadas por narcotraficantes, de acordo com a Receita Federal.

Eles também usam caminhos realizados por ônibus, caminhões e carros em rodovias estaduais, as GOs. Além da entrada pelas fronteiras terrestres, os vapes também chegam ao Brasil por meio dos portos, principalmente no Nordeste e no Porto de Santos, conhecido por ser um dos principais pontos de envio de cocaína à Europa.

A popularização e comercialização desenfreada dos vapes provoca uma integração entre as forças de segurança estaduais e federais para inibir a ação criminosa. Em Goiás, as principais forças de combate ao contrabando desses produtos são a Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil (PC), além da Polícia Federal (PF).

No último dia 20, inclusive, a PF apreendeu 200 aparelhos introduzidos no país de forma clandestina. Uma pessoa acabou presa em flagrante por contrabando, cuja pena pode variar entre dois a cinco anos de prisão.

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