“Quero um Vale do Silício e uma Broadway aqui”, afirma Joice Hasselmann

Em evento da Abrig, candidata defende administração pública com perfil de gestão privada, investimentos em turismo e áreas comerciais de SP

atualizado 21/10/2020 15:56

missa em homenagem ao dia do professor, na Catedral da Sé agenda Joice Hasselmann eleicoes sao paulo 2020 1Rafaela Felicciano/Metrópoles

São Paulo – A candidata à Prefeitura de São Paulo Joice Hasselman (PSL) vê um cenário de “caos absoluto” nas questões de interesse público na capital paulista. Ela defendeu uma gestão com perfil de iniciativa privada para sanar os problemas e estimular a economia, num evento da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), nesta tarde de quarta-feira (21).

“A gente tem uma bomba-relógio na saúde, uma bomba-relógio na educação e uma bomba-relógio na economia”, disse a deputada, com 1% das intenções de voto na corrida pela Prefeitura.

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“Se houvesse um grande escritório de gestão privada em São Paulo, podia fechar a Prefeitura”, disse ela. Contou ter 30 colegas da iniciativa privada no “time” da campanha, entre os quais destacou os especialistas em saúde. “Na Câmara dos Deputados, entreguei em sete meses o que era para ser feito em quatro anos”, garantiu.

Ela destacou, como iniciativas de governo, a criação de um “pronto-socorro” do emprego, bolsões de start ups nas favelas e um banco de microcrédito para mulheres, que são maioria nos 14 milhões de desempregados, atualmente, no Brasil. “Há outras maneiras de estimular a economia, por exemplo, o turismo: turismo médico, de compras e negócios”, acrescentou.

Áreas comerciais

Joice também propôs investimentos em áreas comerciais da cidade. “A gente tem que transformar isso num grande shopping a céu aberto, com ônibus gratuito, roteiro, guias turísticos, e integrar hotéis credenciados das regiões”, afirmou.

“Quero um Vale do Silício e uma Broadway aqui”, disse a candidata, prometendo incentivos fiscais maiores para empresas que garantirem, em contrapartida, a geração de empregos e renda na cidade.

Em relação à escolha dos subprefeitos, disse que, se eleita, só vai nomear representantes bem situados em seus raios de atuação. “Têm que ser raiz: nascidos nos bairros de atuação. A indicação não pode ser política. Hoje, de modo geral, os subprefeitos são políticos que disputaram cargos, aliados do prefeito”, indicou.

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