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Brasil

Quem são as donas de estéticas investigadas por dano peniano; vídeo

Polícia investiga episódios de lesões corporais em Goiás. Um paciente chegou a perder a funcionalidade do pênis em um dos procedimentos

, Repórter de Brasil21/03/2025 11:40
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Luana Nadejda Jaime, dona da Clínica Estética Luana Jaime, está foragida da polícia. Ela está fora do Brasil
Imagem colorida de foragida da polícia por dano peniano - Metrópoles

Goiânia — Proprietárias de clínicas de estética em Goiânia e Aparecida de Goiânia são alvos de uma operação da Polícia Civil após denúncias de lesões corporais decorrentes de procedimentos estéticos.

Um dos casos investigados envolve um paciente que perdeu a funcionalidade do pênis após um “procedimento íntimo”.

Segundo as investigações, Luana Nadejda Jaime (foto em destaque), dona da Clínica Estética Luana Jaime, em Goiânia, responde a quatro denúncias de lesões corporais. Atualmente foragida, ela é procurada pela Interpol, pois está fora do Brasil.

Veja vídeo dela atuando em um procedimento estético:

A outra investigada é Maria Silvânia, proprietária da Clínica Lunar Espaço de Estética Corporal, em Aparecida de Goiânia.

Quem são as donas de estéticas investigadas por dano peniano; vídeo - destaque galeria
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Luana Nadejda Jaime, dona da Clínica Estética Luana Jaime, está foragida da polícia. Ela está fora do Brasil
 Maria Silvânia, proprietária da Clínica Lunar Espaço de Estética Corporal, em Aparecida de Goiânia, foi presa
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Maria Silvânia, proprietária da Clínica Lunar Espaço de Estética Corporal, em Aparecida de Goiânia, foi presa

PCGO/Divulgação
Luana Nadejda Jaime, dona da Clínica Estética Luana Jaime, está foragida da polícia. Ela está fora do Brasil
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Luana Nadejda Jaime, dona da Clínica Estética Luana Jaime, está foragida da polícia. Ela está fora do Brasil

Ela é acusada de lesão corporal grave após um procedimento estético que levou uma paciente à internação na UTI e à intubação. Maria foi presa pela polícia.

Fora da lei

Em 2024, as duas clínicas foram alvo de fiscalização da Delegacia do Consumidor e da Vigilância Sanitária e acabaram interditadas. Apesar de terem os registros no Conselho Regional de Enfermagem cancelados, as suspeitas seguiram oferecendo serviços pelas redes sociais.

As investigações fazem parte da Operação Beleza Sem BO, conduzida pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).

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