PSol vai levar ao Colégio de Líderes debate sobre cassação de Brazão

Chiquinho Brazão é apontado como um dos mandantes da morte da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSol)

atualizado

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Foto colorida do deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ) - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida do deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ) - Metrópoles - Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O PSol deverá levar a próxima reunião de líderes, na quarta-feira (5/2), um pedido para que a cassação do deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ) seja pautada no plenário da Câmara dos Deputados.


Entenda o caso

  • A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados em 2018, no Centro do Rio de Janeiro.
  • Em 2024, a Polícia Federal (PF) prendeu Chiquinho Brazão, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão e o delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa por envolvimento no crime.
  • Chiquinho Brazão pode perder o cargo de deputado federal, mas ainda aguarda deliberação no plenário da Câmara.

A cassação de Brazão foi discutida pelo Conselho de Ética da Casa Legislativa e teve um recurso da defesa rejeitado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Dessa forma, o tema está pronto para ser votado na Câmara.

Chiquinho Brazão é apontado como um dos mandantes da morte da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSol), em 2018.

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Chiquinho Brazão foi levado ao Conselho de Ética da Câmara por suposto envolvimento na morte de Marielle
Chiquinho Brazão
Chiquinho Brazão recebeu decisão favorável de Moraes
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Chiquinho Brazão recebeu decisão favorável de Moraes

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Chiquinho Brazão foi levado ao Conselho de Ética da Câmara por suposto envolvimento na morte de Marielle
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Chiquinho Brazão foi levado ao Conselho de Ética da Câmara por suposto envolvimento na morte de Marielle

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Chiquinho Brazão
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Chiquinho Brazão

Câmara dos Deputados

Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, deixou a cassação de Brazão na gaveta. E, agora, o sucessor do líder alagoano, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidirá se irá ou não pautar o tema.

Chiquinho Brazão foi preso em março de 2024, no Rio de Janeiro. No final do ano passado, a defesa do deputado pediu que ele fosse colocado em prisão domiciliar, no entanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) discordou.

Hugo Motta realizou a primeira reunião de líderes nesta segunda-feira (3/2), onde foram debatidos como será o ritmo adotado na Casa Legislativa durante a gestão dele e as pautas que irão a votação na próxima semana.

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