Processado pela Ferrari por plágio pede réplica de carro de volta
A ação foi arquivada e, de acordo com o advogado da vítima, não há motivos para que o carro seja mantido apreendido
atualizado
Compartilhar notícia

O dentista Vitor Estevan pediu, nessa segunda-feira (20/01/2020), a devolução de uma réplica de Ferrari apreendida após a marca denunciá-lo por plágio. As informações são do site G1.
A ação contra Vitor foi arquivada pelo judiciário em 16 de janeiro e, de acordo com o advogado da vítima, não há mais motivos para que o carro seja mantido apreendido.
“Eu carreguei por um ano o fardo de ser um falsificador, alguém que infringia a lei, o que eu não sou. Agora eu vou poder andar de cabeça erguida e ter a minha vida de volta”, afirmou Estevan.
O grupo de advogados que representa a Ferrari no Brasil pediu que o veículo fosse destruído, mesmo com a extinção da ação. A réplica foi feita com a junção de peças de vários carros e acabamento em fibra de vidro. No laudo, a perícia informou que, apesar de “amador e grosseiro”, o modelo F40 se tratava de uma réplica. A Justiça ainda não se manifestou sobre o destino do veículo.
Entenda
Vitor teve o carro apreendido em janeiro de 2019, após a montadora italiana registrar um boletim de ocorrência por crime contra marcas. Ele foi localizado depois de tentar vender o carro inacabado em um site na internet.
A legislação afirma que o design é de “exclusividade titular da marca e vedada a reprodução ou imitação”.
