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Brasil

Primeira princesa trans do Carnaval de São Paulo é morta a facadas

A cabeleireira Verônica Martinelly foi assassinada em Santana de Parnaíba, na região metropolitana. Namorado é o principal suspeito

04/03/2022 16:34, atualizado 04/03/2022 16:35
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Reprodução/Redes sociais
Primeira princesa trans do Carnaval de São Paulo é morta a facadas

São Paulo — A cabeleireira Verônica Martinelly, de 30 anos, foi assassinada a facadas no dia 25/2 em Santana de Parnaíba. Ela havia sido eleita a primeira Princesa Trans do Carnaval 2022 de São Paulo em janeiro.

O crime aconteceu em um sítio localizado no bairro Cururuquara, na zona rural de Santana de Parnaíba. Verônica foi encontrada por frequentadores do local que acionaram a Polícia Militar. Quando policiais militares chegaram, ela já estava sem vida.

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Verônica no dia da eleição
Verônica se orgulhava de ter conquistado o título de Princesa Trans do Carnaval de SP
A Unidos de Vila Maria fez uma homenagem para Verônica
Verônica foi morta a facadas
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Verônica no dia da eleição
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Verônica no dia da eleição

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Verônica se orgulhava de ter conquistado o título de Princesa Trans do Carnaval de SP
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Verônica se orgulhava de ter conquistado o título de Princesa Trans do Carnaval de SP

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A Unidos de Vila Maria fez uma homenagem para Verônica
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A Unidos de Vila Maria fez uma homenagem para Verônica

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Nesta sexta-feira (4/3), a Polícia Civil anunciou informou esclareceu o caso e tratou como feminicídio. Segundo a corporação, as investigações indicam que o namorado de Verônica é o principal suspeito do assassinato.

Kelvin Barkleu teve a sua prisão temporária decretada e agora é considerado foragido da Justiça.

Destaque no meio

Verônica era natural de Manaus (AM) e morava na capital paulista há dois anos. Apaixonada pelo Carnaval, a cabeleireira vinha se destacando no meio. O prêmio recente e pioneiro foi uma grande marca em sua trajetória.

A primeira princesa trans do Carnaval de São Paulo foi sepultada na terça-feira (1/3) no Cemitério Nossa Senhora de Aparecida, localizado na Zona Oeste de Manaus. A família contou com a ajuda de amigos e conhecidos para transportar o corpo de Verônica até sua cidade natal.

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