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Brasil

Presidente da OAB-ES sobrevive a acidente aéreo no Rio: "Um milagre"

O presidente da OAB-ES, José Carlos Rizk Filho, disse que chegou a pensar que "iria morrer". Para ele, sobreviver foi "um milagre"

11/07/2024 10:10, atualizado 11/07/2024 15:29
Reprodução/Redes sociais
Presidente da OAB do Espírito Santo sofre acidente aéreo

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Espírito Santo (OAB-ES), José Carlos Rizk Filho, relatou nas redes sociais que sobreviveu a um acidente aéreo na Praia de Itaipuaçu, em Maricá (RJ). A queda ocorreu na tarde dessa quarta-feira (10/7).

A aeronave, um monomotor modelo EMB-710C, precisou realizar um pouso forçado na faixa de areia da praia.

Imagem colorida de monomotor que caiu com presidente da OAB-ES no Rio de Janeiro - Metrópoles

O avião caiu na Praia de Itaipuaçu, em Maricá, no Rio de Janeiro

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Relato do presidente da OAB-ES

Em um vídeo publicado no Instagram, Rizk Filho agradeceu as mensagens de apoio dos amigos e seguidores. Segundo ele, “um milagre aconteceu”. Ele ainda descreveu como ocorreu o acidente envolvendo o monomotor.

Rizk Filho disse que estava no avião de pequeno porte com um cliente e o piloto, de identidades não reveladas, para participar de um reunião profissional no Rio de Janeiro às 9h desta quinta-feira (11/7).

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De acordo com ele, quando estava sobrevoando o mar na região de Maricá, o monomotor teria parado de funcionar no ar. “E aí, infelizmente, o desespero bate. O piloto tentava ligar o motor, [mas era] como um carro que não pega”, relatou.

Para Rizk Filho, o acidente foi “um momento extremamente desesperador”. Ele afirmou que chegou a pensar “a gente vai morrer”.

O Metrópoles procurou a OAB-ES e aguarda resposta. O espaço segue aberto para futuros posicionamentos.

Cenipa vai investigar a queda do avião

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que investigadores do terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), no Rio de Janeiro, foram acionados após a queda do avião.

Em nota, o Cenipa disse que: “Na Ação Inicial, são utilizadas técnicas específicas, conduzidas por pessoal qualificado e credenciado que realiza a coleta e a confirmação de dados, a preservação dos elementos, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias à investigação”.