Prefeitura de SP recebe novo lote de vacinas da Pfizer com 344 mil doses

Prioridade será aplicar o imunizante como reforço em idosos. Mas vacina também será destinada a quem está com segunda dose da AstraZeneca

atualizado 15/09/2021 9:27

Falta Pfizer em São Paulo para segunda doseHugo Barreto / Metrópoles

São Paulo – Um novo lote da vacina Pfizer chegou para prefeitura de São Paulo na manhã desta quarta-feira (15). O novo lote tem cerca de 344 mil doses do imunizante, que será aplicado prioritariamente como reforço para idosos. Atualmente, pessoass com idades entre 85 e 89 anos recebem dose de reforço contra Covid-19.

A vacina também será utilizada para quem está com a segunda dose da AstraZeneca em atraso. O governo do estado de São Paulo autorizou, desde a semana passada, que os municípios apliquem o imunizante da Pfizer em quem já está à espera da segunda dose de AstraZeneca.

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Na capital paulista, a imunização começou a ser feita na última segunda-feira (13/9), quando 165 mil doses foram entregues pelo Ministério da Saúde. Podem se vacinar quem estiver com a dose de AstraZeneca vencida entre os dias 1º e 15 de setembro.

Na semana passada, o Comitê Científico do estado de SP autorizou a intercambialidade das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca. A decisão foi embasada em uma decisão em estudos da Organização Mundial de Saúde e orientações do próprio Ministério da Saúde.

Como a FioCruz ainda precisa enviar novas doses da Astrazeneca, a falta da vacina ocorre há mais de uma semana em São Paulo.

Doses da Coronavac suspensas

Nesta terça-feira (14/9), 0 governador João Doria (PSDB) determinou a substituição dos lotes de Coronavac que foram suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Instituto Butantan deverá providenciar novas doses junto à farmacêutica Sinovac, da China, que produz o imunizante.

Há dez dias, a Anvisa interditou lotes com cerca de 12 milhões de doses da Coronavac. Conforme o agência reguladora, os imunizantes foram envasados em um laboratório não autorizado pelo órgão brasileiro. Foi o próprio Butantan, responsável pela distribuição do produto em território nacional, que constatou o problema e comunicou à agência.

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