Terceira fase do open banking começa nesta sexta-feira

A terceira e última fase compreende mudanças de compartilhamento e no PIX. As mudanças, no entanto, continuam até 2022

atualizado

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Open Banking e o compartilhamento de dados
1 de 1 Open Banking e o compartilhamento de dados - Foto: Rupixen/Unsplash

A terceira fase do open banking, sistema do Banco Central que permite o compartilhamento de dados financeiros a terceiros, começa nesta sexta-feira (29/10). A última etapa da renovação permitirá a expansão do serviço, na qual pequenas empresas e agentes do mercado financeiro poderão participar. As mudanças continuam até 2022.

Uma das principais alterações tem relação com o PIX. Também será liberada a possibilidade de compartilhar a conta corrente, dados do cartão de crédito e de operações de crédito. Para que o usuário possa desfrutar dos benefícios, contudo, é necessário que autorize junto ao banco que utiliza.

A partir desta sexta-feira, o consumidor poderá fazer uma transação no PIX sem precisar acessar o aplicativo do banco. Basta informar a chave utilizada para que a instituição possa fazer o pagamento. A transação só será efetuada se o usuário autorizar.

Um dos objetivos do open banking é facilitar a abertura de uma conta em outro banco. Em uma operação inteiramente on-line, o cliente poderá autorizar que sua instituição transfira informações a outra, sem precisar ir pessoalmente a alguma agência ou ter receio de que a abertura de conta não será aprovada.

O Banco Central acredita que o ambiente favorecerá o aumento da concorrência, uma vez que será ampliado o acesso a um potencial cliente e as informações serão confiáveis. Na avaliação da autarquia, o reflexo disso deve ser a diminuição de taxas.

A segunda fase do open banking começou em agosto e permitiu o compartilhamento de dados financeiros a terceiros. Na implementação, pessoas receberam mensagens de seus bancos questionando se desejavam compartilhar dados cadastrais com outras instituições monetárias.

Iniciativa

A ideia do open banking é usar um conjunto de programas que promoverão a conexão entre os bancos e financeiras participantes e as informações que serão trocadas entre elas. A previsão é de que esteja em funcionamento total até o fim do ano.

O mercado financeiro começou a se preparar para a chegada do open banking em 2018, quando houve a montagem de times internos com especialistas para domínio do assunto. De forma paralela, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou grupos de trabalho para aprofundar o tema e contribuiu com recomendações técnicas e operacionais para trazer maior segurança ao funcionamento do sistema.

“O open banking incentivará a inovação e tende a intensificar as ofertas de valor para os clientes, com novos produtos e serviços, acelerando a transformação digital do mercado financeiro. A expectativa do setor bancário com sua chegada é bastante positiva”, registrou Isaac Sidney, presidente da entidade.

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