Partidários de Dilma criticam afastamento da presidente
Jaques Wagner e o deputado José Guimarães (PT-CE) acompanharam o pronunciamento de Dilma no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (12/5)
atualizado
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Após o pronunciamento feito pela presidente Dilma Rousseff, partidários e membros do governo criticaram a aprovação do prosseguimento do processo de impeachment, determinada pelo Senado Federal em sessão iniciada na quarta-feira (11/5).
O líder do governo na Câmara, deputado federal José Guimarães (PT-CE), afirmou que o momento atual se equipara à ditadura militar, mas que agora, a “tortura é psicológica”. Quando questionado se o posicionamento da presidente, ao afirmar que o impeachment é golpe, pode incitar mais confrontos nas ruas, o parlamentar foi enfático: “Não tem nada a ver. Quem está sofrendo a maior agressão é a presidente Dilma”.
Já Jaques Wagner, que era o ministro-chefe da Casa Civil da presidente, confirmou que Dilma vai passar a quinta-feira (12) no Palácio da Alvorada e deve seguir para Porto Alegre nesta sexta (13). Sobre o semblante firme exibido pela presidente afastada durante o pronunciamento, Wagner afirmou que “ela está sóbria, indignada e sabendo que é um elemento de motivação na continuação da luta pela democracia”.
