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Política

Nome de Mandetta é apagado em publicação de Bolsonaro sobre vacina

Órgão teria editado um post do presidente de março do ano passado que citava o ex-ministro da Saúde

23/03/2021 16:48, atualizado 23/03/2021 19:13
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Bolsonaro e Mandetta

A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) editou publicação das redes sociais do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para “apagar” o nome do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Em vídeo de quase três minutos publicado nesta terça-feira (23/3) na conta oficial da pasta no Twitter – feito para falar sobre os avanços do governo federal no enfrentamento à pandemia –, o órgão usou a imagem de um post escrito pelo chefe do Executivo em 18 de março do ano passado, sobre a primeira vez em que a vacina contra a Covid-19 foi testada em humanas. No print utilizado, “sumiram” com o nome do médico.

Veja publicação original:

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Veja imagem editada:

Nome de Mandetta é apagado em publicação de Bolsonaro sobre vacina - destaque galeria
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No vídeo, divulgado nesta terça-feira (23/3), a imagem foi editada
No post original, feito em 18 de março de 2020, o nome do ex-ministro Henrique Mandetta é citado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
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No post original, feito em 18 de março de 2020, o nome do ex-ministro Henrique Mandetta é citado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

No vídeo, divulgado nesta terça-feira (23/3), a imagem foi editada
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No vídeo, divulgado nesta terça-feira (23/3), a imagem foi editada

Reprodução/Twitter

O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria Especial de Comunicação Social, mas não recebeu respostas até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto para atualizações.

O vídeo

O vídeo publicado pela Secom tinha como objetivo negar que o governo federal e seus representantes tenham propagado discurso antivacina. Segundo a pasta, desde março de 2020, o presidente Jair Bolsonaro já orientava todo o governo a buscar uma solução “verificada, testada, com celeridade, sem demagogia midiática”.

As imagens intercalam falas do presidente proferidas nos últimos meses com manchetes de veículos de imprensa, as quais classificam como “mentira”.

Veja: