Marta acelera articulação interna no PMDB e apresenta candidaturas a vereador

Na segunda-feira (7/12), a ex-prefeita planeja detalhar, em uma reunião com o partido, suas propostas de nomes e para as diferentes áreas, como mobilidade, saúde, educação

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Waldemir Barreto/Agência Senado
Imagem colorida da ex-senadora Marta Suplicy no plenário do Senado - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida da ex-senadora Marta Suplicy no plenário do Senado - Metrópoles - Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Cada vez mais alinhada com a direção do PMDB na cidade e no Estado de São Paulo – à exceção do presidente municipal Gabriel Chalita – , a senadora Marta Suplicy já apresentou ao seu novo partido uma lista de nomes de pessoas que ela pode trazer como potenciais candidatos a vereador na capital paulista.

Na segunda-feira (7/12), Marta planeja participar de sua primeira reunião no diretório estadual do PMDB, onde deve detalhar pessoalmente suas propostas de nomes e para as diferentes áreas, como mobilidade, saúde, educação.

A ex-prefeita foi convidada depois de duas reuniões – uma nesta semana e outra 15 dias antes – que discutiram propostas do partido para a cidade e também a organização das chapas. “Ela está muito articulada internamente e o apoio a ela, com isso vem crescendo. Independentemente de ser candidata, ela já tinha se oferecido para ajudar a pelo menos dobrar a bancada”, disse uma fonte próxima do PMDB municipal ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Atualmente, o PMDB tem quatro vereadores: Nelo Rodolfo, Ricardo Nunes, George Hato e Rubens Calvo.

Nas reuniões anteriores, Marta já tinha emissários, seu marido, Márcio Toledo, e integrantes do seu gabinete no Senado. Eles defenderam uma ação conjunta com o partido para definir quais são as propostas do PMDB para a cidade e as melhores estratégias para o partido voltar a ganhar espaço no parlamento. A representação do partido minguou em São Paulo depois após a morte de Orestes Quércia, em 2010.

Enquanto Marta apresentou 16 de 27 nomes levantados pelo partido de potencias candidatos a vereador, Chalita, que é aliado do prefeito Fernando Haddad (PT) e titular da secretaria municipal de Educação, não tem comparecido na sede do partido nem enviou qualquer nome. Dirigentes consultados pela reportagem relataram que tem havido um afastamento maior, o que é visto como sinalização de que ele pode, de fato, deixar a legenda e até se tornar vice na chapa de Haddad por outro partido. “Ele (Chalita) está mostrando que já está com um pé pra fora e ela (Marta) que sabe se mexer internamente”, comentou outra fonte do PMDB paulistano.

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