Maia: prorrogar o auxílio emergencial depende de corte salarial de servidor

Para o presidente da Câmara, seria necessário que ministros e o Judiciário aceitassem a redução nos salários para cobrir as despesas

atualizado

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Rodrigo Maia - presidente da camara dos deputados entre dois segurança nos corredores do congresso nacional
1 de 1 Rodrigo Maia - presidente da camara dos deputados entre dois segurança nos corredores do congresso nacional - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (10/06) que o gasto da União para manter o auxílio emergencial de R$ 600 por mais dois meses seria superior a R$ 99 bilhões. Segundo ele, isso exigiria um corte de salários de todos os servidores federais. As informações foram dadas em entrevista à Rádio Gaúcha.

Como exemplo, Maia citou que poderiam ser reduzidos no funcionalismo os salários acima de R$ 10 mil ou R$ 15 mil.

“O que eu disse foi que, se essa é a proposta dele [Bolsonaro], deveria vir com o apoio de todos os servidores federais. Do Executivo, do presidente, dos seus ministros. Dos servidores todos, que ganham acima de um determinado valor, R$ 10 ou R$ 15mil, e todos aqueles que não estejam diretamente envolvidos no enfrentamento ao coronavírus, como profissionais da área da saúde, entre outros”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sugeriu, nesta terça-feira (09/06), que parlamentares cortassem salários para manter o auxílio emergencial. Na sequência, Maia rebateu dizendo que “se Poderes toparem”, os parlamentares também reduziriam seus vencimentos.

Para que a conta se aproximasse do valor necessário para cobrir o pagamento do benefício, disse o presidente da Casa, seria necessária uma proposta com apoio de todos, inclusive do ministro Paulo Guedes (Economia) e do Judiciário, que são contra a ideia, para que salários acima de R$ 15 mil, por exemplo, fossem cortados.

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Na disputa pelas vagas na mesa que conduzirá os trabalhos estão o DEM de Rodrigo Maia e do Centrão de Arthur Lira
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