Magno Malta quer usar imagem de ataque contra Bolsonaro na campanha

Para senador, cenas do atentado ajudam a derrubar a associação entre o presidenciável do PSL e a violência

atualizado

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Agência Senado/Divulgação
O senador Magno Malta
1 de 1 O senador Magno Malta - Foto: Agência Senado/Divulgação

O senador Magno Malta (PR-ES), defendeu na manhã deste sábado (8/9) que a imagem do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) sendo esfaqueado durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) seja usada na campanha eleitoral do presidenciável. Segundo o senador, a imagem ajuda a derrubar a associação entre Bolsonaro e a violência.

“É a última imagem que nós temos de Bolsonaro. É a imagem que temos que usar. Uma imagem completamente avessa ao que ele sempre falou. Se Bolsonaro pregasse violência mesmo os seguidores dele teriam matado o cara (Adelio Bispo de Oliveira) ali. A imagem que vai ficar é essa”, disse Malta.

O senador, um dos políticos mais próximos de Bolsonaro, chegou a ser cotado para vice do candidato do PSL, e fez a declaração quando chegava ao Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde o presidenciável está internado desde a sexta-feira (7/9).

Segundo Malta, Bolsonaro passou a noite “bem”, seu estado de saúde é estável mas ainda carece de cuidados. “É preocupante porque as primeiras 72 horas de um processo cirúrgico como o dele o risco de infecção existe”, afirmou.

O senador confirmou que Bolsonaro está fora da campanha eleitoral nas ruas e disse que este papel, a partir de agora, cabe aos aliados e apoiadores do presidenciável. “O Brasil sabe o que o Bolsonaro pensa, fala e é. Ele não vai ter condição realmente de fazer isso. Mais cinco minutos e ele estaria morto. A recuperação dele não vai ser em 30, 20 dias. Quando os médicos falam em oito, 10 dias, é para a estabilização dele. Agora, ir para debate, entrevista… Daqui para a frente é com a gente, nós que somos Bolsonaro. Se depender dele, não tem condições (de saúde para fazer a campanha)”, disse o senador.

Recuperação
Cirurgiões ouvidos pelo Estado dizem que, em casos como o do presidenciável, os pacientes costumam ficar afastados do trabalho por cerca de um mês, o que impediria o presidenciável de retomar a campanha de rua antes do primeiro turno, marcado para o dia 7 de outubro.

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