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Política

Flávio Bolsonaro se filia ao PL, terceiro partido dele neste ano

O filho “zero um” do presidente Jair Bolsonaro já passou por Republicanos e Patriota antes de se filiar ao partido de Valdemar Costa Neto

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MATEUS BONOMI / AGIF
Flávio Bolsonaro

Ao lado do pai, o presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) filiou-se nesta terça-feira (30/11) ao Partido Liberal (PL), legenda presidida por Valdemar Costa Neto (SP). Este é o terceiro partido do filho zero um só neste ano.

Flávio foi eleito em 2018 pelo PSL, após passagens anteriores por PP, PFL, PP novamente e PSC. O senador, todavia, começou o ano de 2021 filiado ao Republicanos. O “zero um” se filiou no fim de maio deste ano ao Patriota, com o objetivo de abrir caminho para o ingresso do pai, o que não ocorreu por resistência da legenda. Agora, acompanhou o pai na migração para o PL.

O senador foi um dos articuladores do presidente Bolsonaro ao partido de Costa Neto e teria, inclusive, atuado como bombeiro durante impasse há duas semanas entre o pai e o presidente do PL, com trocas de ofensas por mensagens, que resultou no adiamento da filiação para esta terça.

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Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) entra com processo contra Jorge Kajuru no Conselho de Ética
Flávio Bolsonaro fala com a imprensa antes da leitura do relatório da CPI
O presidente Jair Bolsonaro com os três filhos políticos: Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro
Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro
Senador Flávio Bolsonaro
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Senador Flávio Bolsonaro

Rafaela Felicciano/Metrópoles
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O presidente Jair Bolsonaro com os três filhos políticos: Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro
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O presidente Jair Bolsonaro com os três filhos políticos: Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro

Reprodução/Instagram
Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro
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Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro

Reprodução

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (RJ) permanecem no PSL — que está em processo de fusão com o DEM para formar o União Brasil — e Republicanos, respectivamente. Eduardo deve migrar para o PL assim que for aberta a janela partidária, em abril de 2022.

Os dois filhos do presidente e demais aliados com mandato na Câmara dos Deputados devem se filiar apenas na janela partidária para evitar problemas com a Justiça Eleitoral devido à fidelidade partidária, que obriga parlamentares a permanecerem nos partidos pelos quais foram eleitos, sob risco de perda de mandato.

De acordo com o TSE, parlamentares só podem mudar de sigla antes da janela partidária nos casos de criação de um partido, fim ou fusão do partido que é filiado, desvio do programa partidário ou perseguição pessoal.