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Política

Flávio Bolsonaro defende o pai no caso dos absorventes alfinetando PT

Filho 01 do presidente Jair Bolsonaro perguntou nas redes sociais quantos absorventes os governos petistas distribuíram em 14 anos

08/10/2021 15:26, atualizado 08/10/2021 18:13
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MATEUS BONOMI / AGIF
Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho 01 do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), defendeu, nesta sexta-feira (8/10), o pai em relação ao veto à distribuição de absorventes higiênicos para estudantes mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.

“Quantos absorventes foram distribuídos pelo PT em 14 anos de governo?”, publicou o senador nos Stories do Instagram, com as opções: “nenhum” ou “zero”.

O veto de Bolsonaro foi alvo de críticas de famosos e de parlamentares – inclusive, da própria base aliada ao governo. A bancada feminina da Câmara articula a derrubada do veto.

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Desafetos, Flávio Bolsonaro e Renan Calheiros
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Três filhos do presidente Jair Bolsonaro: Carlos, Flávio e Eduardo
Ele também enfrentou crises de audiência
Witzel, Flávio e Bolsonaro
Para defender o pai, Flávio Bolsonaro alfinetou PT no Instagram
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Para defender o pai, Flávio Bolsonaro alfinetou PT no Instagram

Reprodução/Instagram
Desafetos, Flávio Bolsonaro e Renan Calheiros
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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Senador Flávio Bolsonaro na CPI da Covid-19
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Pedro França/Agência Senado
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Reprodução
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Witzel, Flávio e Bolsonaro
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Valter Campanato/Agência Brasil
Flávio Bolsonaro diz que viagem a Noronha no feriado foi a "serviço"
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Flávio Bolsonaro diz que viagem a Noronha no feriado foi a "serviço"

foto: reprodução/ redes sociais

Ao vetar, o chefe do Executivo alegou que o Projeto de Lei (PL) n° 4.968/19, que cria o Programa Nacional de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, contraria o interesse público, “uma vez que não há compatibilidade com a autonomia das redes e estabelecimentos de ensino. Ademais, não indica a fonte de custeio ou medida compensatória”.

Apesar de Bolsonaro afirmar na noite da quinta-feira que o projeto foi feito apenas para desgastá-lo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a questão da pobreza menstrual no Brasil é “crônica” e, mesmo com o veto do presidente, trataria da questão com a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.