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Política

Em meio a denúncias de propina, Bolsonaro reúne comitê da Covid

A 7ª reunião do grupo de assessoramento será realizado no início da manhã desta quarta-feira (30/6), no Palácio do Planalto

30/06/2021 08:19, atualizado 30/06/2021 10:21
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Jair Bolsonaro

Em meio a denúncias de propina nas negociações para aquisição de vacinas contra Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reúne, nesta terça-feira (30/6), o Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia do Covid-19.

Será a 7ª reunião do grupo de assessoramento, composto pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e por um representante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A participação na reunião não está prevista na agenda do presidente da Câmara. Das últimas vezes, Lira não compareceu nem enviou representante.

O grupo foi criado em março, com o objetivo de congregar esforços no combate à crise sanitária. O comitê, no entanto, não possui efeito deliberativo.

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Após a reunião do comitê, o presidente Bolsonaro segue para agenda em Ponta Porã (MS), onde participa de cerimônia de inauguração da Estação Radar de Ponta Porã. O mandatário regressa a Brasília no fim da tarde desta quarta.

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Rodrigo Pacheco defendeu união para enfrentamento da Covid-19
Coletiva sobre a reunião do comitê de combate à Covid-19. Presidente da Câmara, Arthur Lira; presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; e ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
O presidente Jair Bolsonaro reuniu os chefes dos Três Poderes para uma reunião
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Presidente Jair Bolsonaro
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Rodrigo Pacheco defendeu união para enfrentamento da Covid-19
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Rodrigo Pacheco defendeu união para enfrentamento da Covid-19

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Coletiva sobre a reunião do comitê de combate à Covid-19. Presidente da Câmara, Arthur Lira; presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; e ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
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Coletiva sobre a reunião do comitê de combate à Covid-19. Presidente da Câmara, Arthur Lira; presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; e ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

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Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

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O presidente Jair Bolsonaro reuniu os chefes dos Três Poderes para uma reunião
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Denúncia

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, o então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, foi acusado pelo empresário Luiz Paulo Dominguetti Pereira de cobrar propina de US$ 1 por unidade de vacina. O empresário se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply e negociava a venda de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca.

Dominguetti afirmou que o diretor de Logística do Ministério da Saúde teria cobrado a propina durante jantar num shopping de Brasília. O acordo, todavia, não foi fechado.

Após a revelação, o servidor foi exonerado do cargo na noite de terça-feira (29/6). O Palácio do Planalto ainda não se manifestou oficialmente sobre a denúncia.