Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Política

Covas: "Questionar Butantan é questionar qualidade da saúde do Brasil"

Diretor Dimas Covas se disse decepcionado com o trato do governo federal em relação ao instituto

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Dimas Covas_CPI da Covid

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, se disse decepcionado com o trato do governo federal com a entidade e com a vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Segundo ele, questionar o Butantan significa questionar a qualidade da saúde pública brasileira.

“O Butantan faz vacinas e produtos da mais alta qualidade. É reconhecido internacionalmente. Questionar o Butantan significa questionar a qualidade da saúde pública brasileira”, declarou Covas à CPI da Covid nesta quinta-feira (27/5).

Covas criticou a campanha contrária ao instituto e destacou que a iniciativa trouxe prejuízos à imagem do Butantan, porém a resposta foi dada à altura das críticas, visto que a Coronavac foi a vacina que segurou o Programa Nacional de Imunização.

“Essa campanha nas redes sociais desqualificando a vacina e o Butantan trouxe prejuízos à imagem do Butantan. Obviamente que, quando começou, a vacina foi a primeira ser usada e sustentou o PNI, a imagem melhorou muito. Demos a resposta esperada pelo Butantan. Não saímos do trilho”, acrescentou.
Covas: “Questionar Butantan é questionar qualidade da saúde do Brasil” - destaque galeria
6 imagens
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
CPI da Covid
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
1 de 6

Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
2 de 6

Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid

Rafaela Felicciano/Metrópoles
CPI da Covid
3 de 6

CPI da Covid

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
4 de 6

Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
5 de 6

Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid
6 de 6

Diretor do Butantan, Dimas Covas, em depoimento na CPI da Covid

Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Coronavac é, atualmente, o imunizante mais usado no Brasil, segundo o Localiza SUS, plataforma do Ministério da Saúde, e representa a 65% das doses aplicadas no país.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Dimas Covas é o décimo depoente do colegiado. Antes dele, a comissão parlamentar ouviu a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.

Os senadores ouviram os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello, além do atual chefe da Saúde, Marcelo Queiroga.

O ex-chanceler Ernesto Araújo, o gerente-geral da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, o ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten e o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, também prestaram depoimento.

A CPI da Covid-19 tem o objetivo de investigar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio, além de apurar possíveis irregularidades em repasses federais a estados e municípios.