Até pouco tempo atrás, os principais erros do ministro da Educação, Abraham Weintraub, eram no domínio da língua portuguesa. Mesmo no cargo que é, em última instância, responsável por ensinar o vernáculo aos brasileiros, ele errava com frequência, tanto na ortografia quanto na gramática.
Nessa sexta (15/11/2019), não foi diferente. Em meio a uma série de impropérios, sobre os quais nos deteremos adiante, ele soltou um “descente” no Twitter – para, logo em seguida, apagar.
Houve outros casos: “haviam emendas”, “insitaria” e “paralização”, cujas formas corretas seriam: havia emendas, incitaria e paralisação.
Se erros nesse sentido seriam pouco aceitáveis para alguém na sua posição, os outros que ele cometeu vão além. O ministro, vejam bem, da Educação, que é um tuiteiro frenético, passou a ofender outros usuários da rede social.
Em resposta a uma mensagem recebida de uma seguidora, ele soltou a seguinte frase: “Prefiro cuidar dos estábulos, ficaria mais perto da égua sarnenta e desdentada da sua mãe”. E não foi o suficiente. Ao ser criticado por outro seguidor, chamado Miguel, ele lançou: “Miguel, sinto em avisar, porém, seu caso não resolve estudando. Tem que reencarnar. Aproveita e peça para não voltar tão feio (parece mistura de tatu com cobra)”, escreveu Weintraub.
Logicamente, alguém pensou: é hora de essa sessão de maluquices ter fim. E jogou para Weintraub: “Ministro: andando na rua encontrei seu bom senso. Ele mandou lembranças e disse que está com saudades!”. Weintraub não se cansou e deu sequência aos impropérios: “Que bom, agora continue procurando pelo seu pai”.








