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Política

No auge da crise do PSL, Caiado defende Bolsonaro: "Sou fiel"

Governador de Goiás negou ter tratado de fusão entre DEM e PSL e afirmou que "não interfere" em questões internas de outros partidos

18/10/2019 21:31, atualizado 18/10/2019 21:32
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o presidente Jair Bolsonaro

Em meio à polêmica sobre uma suposta fusão entre PSL e DEM, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), negou que estaria tocando qualquer articulação nesse sentido. Pelo Twitter, ele disparou que é “mentira” que tenha participado de alguma dessas tratativas e pede que as pessoas lembrem que ele é “aliado fiel” do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A discussão sobre uma eventual fusão ganhou força depois que, em uma reunião da bancada do PSL no Congresso, o deputado federal Felipe Francischini (PR) diz que, nesta semana, na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), o democrata ligou para o presidente nacional do DEM, ACM Neto, e para o vice-presidente do PSL, Antonio Rueda, para tratar do assunto: “Estão loucos esperando para fazer a fusão”.

Francischini diz ainda que está “tentando segurar essa p****”, porque não quer que a fusão aconteça. Consta, ainda, no áudio, que Caiado teria procurado o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO) para falar sobre o assunto: “Jamais tratei disso e não admito que usem meu nome. Não interfiro em questões internas de outros partidos e jamais tratei com quem quer que seja”, garantiu o governador.

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Nesta sexta-feira (18/10/2019), Waldir acusou Caiado de, junto ao líder do Governo na Câmara, Vitor Hugo (PSL-GO), articular para tentar destituí-lo do diretório estadual do PSL em Goiás. O parlamentar disse que só foi mantido no cargo porque o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, “considerou sua lealdade”.

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