“Não posso substituir o técnico no meio do jogo”, diz Ramos sobre Onyx

O novo ministro da Secretaria de Governo afirmou que o chefe da Casa Civil permanece na articulação e seu papel será o de ajudar

Marcos Corrêa/Presidência da RepúblicaMarcos Corrêa/Presidência da República

atualizado 04/07/2019 17:55

Novo articulador do governo com o Congresso Nacional, o secretário de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, afirmou que não pretende tirar o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, do trabalho de proximidade com os parlamentares e elogiou a atuação do ministro junto ao Legislativo.

“O que está havendo é como um jogo de futebol decisivo. Eu não posso substituir o técnico no meio. O ministro Onyx faz um trabalho muito bom, está à frente e vou fazer o que ele precisar para ajudar. Fui formado para trabalhar em equipe”, indicou Ramos.

O recém-empossado ministro do governo disse que está à disposição de Bolsonaro e Onyx e garantiu não ter tomado nenhuma decisão antes de deixar o Comando do Sudeste.

Sobre a saída do secretário-executivo da Secretaria de Governo, Mauro Biacamano, Ramos informou que essa foi uma solicitação pessoal e a equipe vai ser trocada de acordo com a necessidade. “O único que saiu, até por solicitação dele, foi o secretário [Biacamano]. Já chamei um jovem que trabalhou na equipe de transição e estava junto com a equipe do presidente”, adiantou.

A respeito da insatisfação de policiais com as novas regras de aposentadoria — que constam no texto da reforma da Previdência, a ser votado nesta quinta-feira (04/07/2019) —, Ramos contou que ainda vai se inteirar do assunto e preferiu não opinar.

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