FGTS: Caixa “rouba” R$ 7 bi por ano do trabalhador, diz Maia

Presidente da Câmara dos Deputados defende espaço para que outras instituições financeiras possam fazer a gestão do dinheiro do fundo

Rafaela Felicciano/MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

atualizado 14/10/2019 16:03

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que R$ 7 bilhões do lucro anual da Caixa Econômica Federal são “roubados” do trabalhador por meio da taxa de administração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Em entrevista ao programa Poder em Foco, do SBT, na madrugada desta segunda-feira (14/10/2019), o democrata criticou a taxa cobrada pelo banco estatal para administrar o fundo e defendeu que, caso essa taxa não seja reduzida, o governo abra espaço para que outras instituições financeiras sejam elegíveis para gerir o FGTS.

Para o parlamentar fluminense, o rendimento do FGTS não deveria ser utilizado pelo governo para subsidiar programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida. “Não é justo que o dinheiro do trabalhador, que é sócio deste fundo imenso que é o FGTS, seja usado como subsídio para construir a casa de outra pessoa”, frisou. “Para o trabalhador, o FGTS pode ser a única poupança que ele tem.”

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