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O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) está confirmado na lista de participantes do próximo encontro do Fórum Econômico Mundial, que acontece de 22 a 25 de janeiro em Davos, na Suíça. Também fazem parte do time de presenças garantidas da delegação brasileira os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. São informações da Folha de S.Paulo.

A data da viagem, no entanto, coincidiria com o pós-operatório da eventual cirurgia de retirada da bolsa de colostomia que Bolsonaro utiliza desde que sofreu uma facada em Juiz de Fora, Minas Gerais, durante a campanha.

O presidente eleito já afirmou que será reavaliado por seus médicos no dia 19 de janeiro e que poderia ser operado no dia 20. Por conta disso, ainda há dúvidas se ele realmente irá a Davos.

Criado em 1971, o encontro de Davos reúne a elite mundial: chefes de Estado, empresários bilionários, banqueiros, líderes de ONGs relevantes e até estrelas de Hollywood.

Davos será uma oportunidade importante para a equipe de Bolsonaro apresentar seus planos de recuperação da economia brasileira aos maiores investidores internacionais na tentativa de atrair capitais para o país.

Por causa disso, é provável que outros membros do novo governo, principalmente da equipe econômica, acabem também fazendo parte da delegação.

Acertando os detalhes
Nesta quinta-feira (6/12), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito, publicou uma foto no Twitter de uma reunião com a diretora para a América Latina do Fórum Econômico Mundial, Marisol Argueta.

Segundo o deputado, os dois estariam “acertando os detalhes de Davos”. Eduardo ressalta também na postagem que Davos baterá seu recorde de participação de presidentes, pois 49 já haviam confirmado presença.