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Brasil

Policial militar baiana será candidata ao Miss Bumbum 2018

Lady Oliveira, 40 anos, conta com o apoio da família, do seu comandante e do batalhão: "entre os colegas, o assunto é meu bumbum"

Da Redação11/03/2018 13:45, atualizado 11/03/2018 13:47
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Reprodução/Instagram
Policial militar baiana será candidata ao Miss Bumbum 2018

Há 18 anos no policiamento de choque do Estado da Bahia, a policial militar Lady Oliveira, 40 anos, decidiu participar do Miss Bumbum 2018. Com apoio dos dois filhos adolescentes, de seus superiores e dos colegas do batalhão, Lady conta que os colegas já começaram a fazer campanha nas redes sociais.

“Eles ficaram muito felizes. Antes mesmo de eu me inscrever, meu comandante, os oficiais e praças do CPE (Comando de Policiamento Especializado) já sabiam dos concursos que eu ia participar e já torciam. Me deram e me dão apoio! Hoje, entre os colegas, o assunto é meu bumbum. Todos pedem fotos, querem ver, fizeram hashtag, me fazem inúmeras perguntas. A receptividade na tropa foi muito boa!”, conta.

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Ela é candidata ao Miss Bumbum 2018
A oficial afirma que tem o apoio de todos os superiores
Boa sorte para ela!
Lady é policial militar na Bahia
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Lady é policial militar na Bahia

Ela é candidata ao Miss Bumbum 2018
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Ela é candidata ao Miss Bumbum 2018

A oficial afirma que tem o apoio de todos os superiores
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A oficial afirma que tem o apoio de todos os superiores

Boa sorte para ela!
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Boa sorte para ela!

Reprodução/Instagram

A oficial, que se interessou pelo concurso em 2017, explica que nada no regulamento ou estatuto impedem que ela participe e que seus superiores foram avisados com antecedência. Ela foi a terceira participante anunciada pela organização do Miss Bumbum — 2018 marcará a última edição do concurso.

Lady também dá aula de educação física para a comunidade e diz que se considera feminista por estar exatamente onde quer, mesmo com toda a pressão social ao seu redor.

“O feminismo se encaixa no concurso e na PM como prova da capacidade da mulher em ser e estar onde ela quiser. Como mulher, eu determino o que quero para mim, sem me limitar aos papéis que a sociedade masculina e patriarcal por décadas determinou para as mulheres”, afirma.

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