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Brasil

Polícia vai investigar se mais de 20 mulheres foram vítimas de médico

Giovanni Quintella participou de cirurgias em outra unidade, o Hospital da Mãe, em Mesquita

14/07/2022 09:04, atualizado 14/07/2022 10:52
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Reprodução / Redes sociais
Anestesista Giovanni Quintella Bezerra

Rio de Janeiro – A Polícia Civil do Rio vai investigar mais de 20 possíveis vítimas do médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, acusado de estuprar uma paciente grávida no centro cirúrgico.

De acordo com a polícia, um ofício relatório de diversas cirurgias das quais o médico participou, no Hospital da Mãe, em Mesquita, chegaram à Delegacia de Atendimento à Mulher de São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

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Anestesista Giovanni Quintella Bezerra
Anestesista Giovanni Quintella Bezerra
Giovanni Quintella Bezerra
Giovanni Quintella Bezerra
O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso pela delegada Barbara Lomba após supostamente estuprar uma mulher durante trabalho de parto
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O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso pela delegada Barbara Lomba após supostamente estuprar uma mulher durante trabalho de parto
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O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso pela delegada Barbara Lomba após supostamente estuprar uma mulher durante trabalho de parto

Aline Massuca/ Metrópoles
Giovanni Quintella foi transferido da Deam para o presídio de Benfica
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Giovanni Quintella foi transferido da Deam para o presídio de Benfica

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Giovanni Quintella Bezerra

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Giovanni Quintella foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira (11/7)
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Giovanni Quintella foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira (11/7)

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Em entrevista ao Metrópoles, a delegada Barbara Lomba,  que investiga o caso,  afirma que o médico é um criminoso em série.

“Trata-se de um criminoso que atua em série. Isso pode ser afirmado sem medo de errar”, disse a delegada responsável pela investigação.

Giovanni está sendo investigado pelo estupro da vítima do vídeo e de outras cinco mulheres que já procuraram a delegacia para falar sobre as atitudes suspeitas do anestesista.

“O caso em que ele foi flagrado está basicamente concluído. Temos que ouvir a vítima e juntar alguns outros documentos”, segundo Barbara Lomba.

A Polícia Civil já constatou traços de anormalidade na sedação em todos os casos relatados até agora, o que pode levar o médico a responder por violência obstétrica.

Giovanne Quintella está preso no presídio Bangu 8, sozinho em uma cela de 36 metros quadrados. A prisão do médico foi convertida em preventiva na noite de terça-feira (12/7), e ele foi recebido com vaias e xingamentos pelos outros presidiários.

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