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Polícia prende suspeitos de arrastarem morador de rua até a morte

Vigia e comerciante surpreenderam e torturaram o morador de rua, que seria autor de vários roubos em um restaurante

atualizado

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1 de 1 Arrastar - Foto: Reprodução

Investigadores da Superintendência de Homicídios e Proteção às Pessoas (SHPP) realizaram uma operação, nessa terça-feira (27/10), que culminou na prisão de dois homens suspeitos de matar um morador de rua, acusado de praticar furtos no restaurante de um dos acusados.

O crime ocorreu na madrugada do dia 24 de maio. Um vigia surpreendeu o morador de rua, identificado como Carlos Alberto Santos, de 36 anos, enquanto andava pelo centro de São Luís (MA). Carlos seria suspeito de praticar roubos em um restaurante. As informações são do site O Imparcial.

Após espancar o suspeito, o vigia chamou o proprietário do restaurante, que continuou as agressões. Em seguida, ele passou com sua caminhonete sobre Carlos. Apesar disso, o morador de rua continuou vivo e o comerciante mandou que amarrassem o rapaz ferido na traseira do veículo.

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Dono de restaurante amarrou morador de rua em caminhonete
Após morte de morador de rua, motorista deixou corpo em frente a um terminal rodoviário
Antes de ser arrastado, morador de rua sofreu agressões físicas
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Antes de ser arrastado, morador de rua sofreu agressões físicas

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Dono de restaurante amarrou morador de rua em caminhonete
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Dono de restaurante amarrou morador de rua em caminhonete

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Após morte de morador de rua, motorista deixou corpo em frente a um terminal rodoviário
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Após morte de morador de rua, motorista deixou corpo em frente a um terminal rodoviário

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O dono do restaurante, então, saiu arrastando a vítima pelas ruas da cidade. Quando percebeu que Carlos havia morrido, o motorista abandonou o corpo em frente ao Terminal de Transporte Urbano.

O cadáver só foi encontrado pela manhã e a polícia foi chamada. Os plantonistas da SHPP foram acionados e no local constataram que a vítima havia sofrido agressões e tinha os pés amarrados. As investigações duraram cinco meses e terminaram com a prisão dos dois homens, que não tiveram a identidade revelada.

 

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