Polícia Civil faz operação para prender suspeitos de estupro no Rio
Serão cumpridos seis mandados de prisão e de busca e apreensão de celulares e computadores. O ato faz parte da investigação do crime sofrido por uma jovem de 16 anos, em Jacarepaguá
atualizado
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A Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) deflagrou nesta segunda-feira (30/5) uma operação para cumprir seis mandados de prisão e de busca e apreensão de celulares e computadores. A ação faz parte da investigação do estupro coletivo sofrido por uma jovem de 16 anos, no Morro São José Operário, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. As informações são do portal G1.
De acordo com o jornal, o advogado de Marcelo Miranda, um dos suspeitos de ter cometido o crime e divulgado as imagens em redes sociais, afirmou que os policiais foram até a casa de seu cliente na Cidade de Deus e que o suspeito não havia sido encontrado até às 7h45. A operação é coordenada pelos delegados Cristiana Bento, da Dcav, e Ronaldo Oliveira, diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada.
A perícia informou, por meio de um laudo, que não foi possível encontrar indícios de violência por conta da demora da jovem em ir até a polícia e fazer o exame de corpo de delito. Além disso, a polícia fez uma perícia no vídeo divulgado e afirmou que não há vestígios de sangue nas imagens.Além do resultado do exame de corpo de delito, a polícia também fez uma perícia no vídeo que foi divulgado nas redes sociais. O Chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, disse que a perícia feita no vídeo traz respostas que podem contrariar o senso comum que vem sendo formado pelas pessoas sobre esse caso. “O laudo vai trazer algumas respostas que, de certa forma, vão contrariar o senso comum que vem sendo formado por pessoas que sequer assistiram ao vídeo”, informou o chefe da Polícia Civil Fernando Veloso ao Fantástico nesse domingo (29).